Estadão Blue Studio - 70 anos no Brasil: como a Boehringer acompanha mudanças na saúde do país

70 anos no Brasil: como a Boehringer acompanha mudanças na saúde do país

Entre prevenção, diagnóstico e tratamentos inovadores, a companhia acompanha diferentes etapas da jornada de cuidado no Brasil

16 de junho de 2026

70 anos no Brasil: como a Boehringer acompanha mudanças na saúde do país

Cuidar da saúde envolve conexões que vão além de hospitais e consultórios, incluindo uma rede que elementos que abrangem prevenção, acesso à informação, organização dos serviços, saúde animal e segurança alimentar.

A Boehringer Ingelheim, há 70 anos no país, atua no fortalecimento dessas conexões a partir de iniciativas voltadas à organização de jornadas de cuidado, à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao fortalecimento de sistemas de saúde.

Essa atuação também inclui frentes ligadas à saúde animal, como prevenção de zoonoses e para animais de produção com foco em segurança alimentar, áreas que impactam diretamente a saúde pública e o cotidiano da população.

Ao longo de sete décadas, a farmacêutica alemã acompanhou diferentes transformações da saúde.

“Nosso legado está nas pessoas que desenvolvemos, no conhecimento científico que ajudamos a avançar, nos medicamentos e soluções inovadoras que oferecemos, na geração de empregos e nas parcerias que fortalecem o sistema de saúde ao longo do tempo com olhar para o futuro”, afirma Andrea Sambati, presidente da Boehringer Ingelheim Brasil e Head de Saúde Humana.

Nos últimos anos, a Boehringer Ingelheim criou programas em parceria com o sistema público envolvendo hospitais, SAMU, escolas e profissionais da rede pública e privada para tentar encurtar o caminho entre os primeiros sinais de uma doença e o início do tratamento.

“Os principais desafios estão relacionados ao diagnóstico precoce, à continuidade do acompanhamento e à conexão entre as diferentes etapas da jornada do paciente”, afirma Sambati.

Um dos exemplos é o Angels, iniciativa voltada a pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC). O programa capacita profissionais e cria protocolos para acelerar diagnóstico e tratamento. Desde 2017, mais de 330 mil pessoas passaram pelo projeto e mais de 50 mil profissionais participaram dos treinamentos.

No Fast Heroes, crianças entre 6 e 10 anos aprendem a reconhecer sinais de AVC e pedir ajuda rapidamente. O projeto já envolveu mais de 130 mil crianças em diferentes cidades brasileiras.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Boehringer Ingelheim Brasil.