Yamaha reforça estratégia de sustentabilidade em operações no Brasil

Companhia aposta em inovação, logística humanizada e projetos sociais para cumprir metas ambientais ambiciosas

26 de maio de 2026

Yamaha reforça estratégia de sustentabilidade em operações no Brasil

A Yamaha Motor tem reforçado as práticas sustentáveis no Brasil, com metas ambientais ambiciosas e iniciativas que vão da produção industrial à logística e à capacitação de motociclistas.

A empresa é signatária da Rede Brasil do Pacto Global da ONU e estabeleceu o objetivo de alcançar a neutralidade de carbono até 2050, além de garantir o tratamento ambientalmente adequado de 100% dos resíduos sólidos industriais até 2035.

“A adesão ao Pacto Global reforça nosso compromisso com metas de longo prazo, que envolvem não apenas o meio ambiente, mas também impacto social e governança”, afirma Rafael Lourenço, gerente de Relações Institucionais da Yamaha.

Vale ressaltar que parte relevante dessas ações já está em curso. Um dos exemplos é a fábrica de motocicletas e motores de popa em Manaus (AM), que, desde 2018, não envia resíduos ao aterro municipal. Atualmente, 92% dos resíduos industriais são tratados internamente ou com parceiros externos.

Outro exemplo é a adoção de racks retornáveis no transporte de motocicletas, que já evitou a geração de mais de 46 mil toneladas de resíduos desde sua adoção em 2014.

Além disso, a empresa mantém programas voltados à segurança viária e à capacitação de jovens. A Yamaha Riding Academy, presente no Brasil desde 1994, intensificou suas atividades nos últimos anos.

“Levamos muito a sério a questão da segurança viária”, destaca Lourenço. “A Yamaha tem uma escola de condução, a Yamaha Riding Academy, e todos os anos realizamos treinamentos práticos e teóricos, além de palestras que contribuem para o aperfeiçoamento e a capacitação de motociclistas. São atividades que impactam mais de 20 mil motociclistas por ano.”

No segmento náutico, a empresa lançou no Brasil, em 2025, motores elétricos de popa da marca Torqeedo, com foco em redução de emissões durante o uso e conectividade.

“A eletrificação é um processo natural que acontece em todos os veículos que usam motorização. Mas, assim como nos automóveis, por exemplo, existe a barreira inicial relacionada ao alto custo de aquisição”, afirma Luciano Guidugli, gerente executivo da divisão de Náutica da Yamaha.

“Ao longo do tempo, pode-se neutralizar esse custo, pois se trata de um motor com baixas emissões e menor necessidade de manutenção periódica, além do prazer de uma navegação silenciosa.”

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Yamaha.