Esse caminho tem sido visto como um dos mais promissores para a valorização dos resíduos – especialmente no Brasil, que apresenta grande potencial de produção de biogás e biometano
5 de junho de 2025
Existem, no planeta, ao menos 3 mil usinas de recuperação energética, conhecidas como WtE, abreviação de Waste-to-Energy (“Lixo para Energia”), enquanto o Brasil conta com menos de uma dezena de projetos de WtE em desenvolvimento.
“Mas é preciso ressaltar que o País possui uma das maiores oportunidades globais para transformar resíduos em energia, tanto pelo volume de Resíduos Sólidos Urbanos gerados nas grandes metrópoles quanto pelo enorme potencial de biogás e biometano nos setores sucroenergético e agroindustrial”, destaca Yuri Schmitke, presidente da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (Abren).
A entidade estima que o Brasil tenha potencial técnico de 3,3 GW de capacidade instalada de projetos de WtE, levando-se em conta apenas 28 regiões metropolitanas – esse número equivale a 1,6% da atual capacidade instalada de geração de energia elétrica no País.
O Brasil aproveita atualmente não mais que 3,4% do seu potencial de biogás, produzindo 2,9 bilhões de Nm³ (metros cúbicos normais) por ano, dos 85 bilhões possíveis, e 1,4% do potencial de biometano (0,63 bilhões de Nm³/ano, frente aos 44,1 bilhões estimados).
Ainda segundo a Abren, ao longo dos próximos 40 anos, o custo associado à não implementação de usinas de WtE nas principais regiões metropolitanas representará um prejuízo de R$ 71 bilhões em gastos com saúde pública, R$ 104 bilhões em danos ambientais e mais de R$ 200 bilhões em arrecadação tributária.
“Adicionalmente, o País deixa de gerar mais de 200 mil empregos e mitigar 86 milhões de toneladas/ano de CO₂ equivalente”, acrescenta Schmitke.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio.
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