Médicos da Rede Américas reforçam a importância de prevenção, acompanhamento regular, diagnóstico precoce e cuidado multidisciplinar
14 de junho de 2026
Com a proximidade do Dia Mundial de Conscientização sobre o Câncer de Rim, em 18 de junho, é importante ressaltar que uma característica comum desse tipo de doença é que, geralmente, os casos são descobertos durante exames realizados por outros motivos – ou seja, sem sintoma aparente.
De acordo com projeções da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), a incidência do câncer de rim deve aumentar nas próximas décadas.
Os dados apontam que o número de novos casos pode crescer cerca de 79,5% no Brasil até 2050.
Diogo Rosa, oncologista dos hospitais Samaritano Botafogo e Barra (RJ), da Rede Américas, a segunda maior rede de hospitais privados do País, explica que, ao contrário de tumores como os de mama e próstata, que contam com estratégias de diagnóstico precoce, o câncer de rim não possui um exame recomendado para rastreamento populacional.
“Além disso, o órgão fica localizado profundamente no abdômen, o que dificulta a identificação de alterações durante a avaliação médica. Na maioria dos casos, não provoca sintomas específicos”, afirma.
Por outro lado, o cuidado com o câncer de rim passou por transformações importantes nas últimas duas décadas.
Isso porque o maior conhecimento sobre a biologia da doença permitiu o desenvolvimento de terapias capazes de atuar em mecanismos específicos relacionados ao seu crescimento.
Carlos Dzik, líder em oncologia geniturinária da Rede Américas e oncologista do Hospital Nove de Julho (SP), diz que os primeiros avanços vieram com medicamentos capazes de bloquear vias biológicas importantes para o crescimento do tumor.
“Ao interromper a formação dos vasos sanguíneos que o alimentam, essas terapias conseguem reduzir significativamente a doença em muitos pacientes”, explica o especialista.
Mais recentemente, terapêuticas capazes de mobilizar o próprio sistema imunológico ampliaram as possibilidades de tratamento.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Rede Américas.
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