Com impacto físico e mental, a doença pode afetar a qualidade de vida do paciente e tem tratamento desafiador. A saída? Conhecer, entender e saber lidar com a questão
30 de setembro de 2024
Conhecida como eczema atópico, a dermatite atópica é uma doença de pele inflamatória frequente, provocada por uma reação exagerada das defesas naturais do organismo que se manifesta com coceira e lesões avermelhadas e descamativas.
A estimativa da Organização Mundial da Saúde é de que a doença afete ao menos 230 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo a principal causa de doenças crônicas em condições de pele.
Amanda Lima (foto), publicitária, descobriu que tinha a doença aos 16 anos. Naquela época, ela tinha muitas lesões nas pernas e nos braços, se coçava o tempo todo e ficava com a pele marcada. Hoje, aos 38 anos, ela diz que sabe lidar com a questão e cria caminhos para viver da melhor forma.
“Hoje, já sei quais são os gatilhos controláveis e me atento a eles, mas há aquele que não está 100% na minha mão, que é o emocional. Sempre que estou com um nível de estresse mais alto, preciso ficar atenta.”
Ana Paula Resque, diretora médica do laboratório Sanofi, explica que “o público mais atingido é o infantil, mas a doença pode se manifestar também na vida adulta”.
Tatiane Curi, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, ressalta o preconceito que as pessoas com dermatite atópica podem sofrer. “Por não ter cura e estar presente em áreas visíveis e expostas, muitas vezes os pacientes enfrentam preconceito porque as pessoas, no geral, acreditam que é uma doença contagiosa.”
Novas opções terapêuticas oferecem alternativas para casos graves da dermatite atópica, que não respondem aos tratamentos tópicos convencionais. Já incorporado ao Sistema Único de Saúde, o SUS, o tratamento que usa terapias avançadas sistêmicas, evitando exacerbações da doença e controlando os sintomas de forma eficaz, é essencial.
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