Estadão Blue Studio - Brasil amplia protagonismo na pesquisa clínica global e aproxima o futuro dos pacientes

Brasil amplia protagonismo na pesquisa clínica global e aproxima o futuro dos pacientes

Novo marco regulatório fortalece potencial brasileiro para o desenvolvimento de estudos clínicos; Novartis aumenta sua atuação no País com pesquisas em áreas estratégicas

18 de agosto de 2026

Brasil amplia protagonismo na pesquisa clínica global e aproxima o futuro dos pacientes

A pesquisa clínica, que permite que avanços da medicina saiam dos laboratórios e alcancem a população, vive um momento de transformação no Brasil.

Isso porque a aprovação da Lei nº 14.874/2024 criou um ambiente mais favorável para novos estudos e reforçou o interesse de empresas como a Novartis, que considera o País estratégico em sua agenda global de pesquisa clínica.

O avanço regulatório, aliado às características populacionais do Brasil, amplia as perspectivas de participação do País em estudos internacionais e as possibilidades de pacientes terem acesso a terapias inovadoras.

Vale ressaltar que a pesquisa clínica avalia a segurança e a eficácia de novas terapias antes de sua disponibilização à população.

Embora participe de estudos internacionais há décadas, o Brasil enfrentou entraves regulatórios que limitaram esse mercado. A nova legislação busca tornar os processos mais previsíveis e ampliar a atratividade do País.

As mudanças se traduzem em um estudo recente da Interfarma, em parceria com a IQVIA, que aponta que o Brasil alcançou a 12ª posição mundial em estudos clínicos iniciados em 2026, ganhando seis posições em relação a 2025, ano em que ocupava a 18ª posição.

No Brasil, a Novartis aumentou sua atuação e investiu cerca de R$ 145 milhões em pesquisa clínica em 2025, uma alta de aproximadamente 45% em relação ao ano anterior.

Atualmente, conduz 114 estudos envolvendo mais de 2,4 mil pacientes em áreas como onco-hematologia, imunologia, doenças cardiovasculares, renais e metabólicas e neurociências, incluindo plataformas de alta complexidade, como terapias gênicas, celulares e radioligantes.

André Sanches, diretor nacional de Pesquisa Clínica, destaca a importância do país nesse tema. “Com uma das maiores diversidades étnicas do mundo e uma carga significativa de doenças infecciosas, crônicas e raras, o Brasil reúne características que o tornam um ambiente estratégico para os principais programas globais de pesquisa clínica.”

Essa diversidade também torna as evidências produzidas no País mais representativas para diferentes populações. Uma base mais diversa de participantes permite avaliar os tratamentos em diferentes perfis de pacientes, gerando evidências mais robustas e aplicáveis à prática clínica.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Novartis.