A renda gerada pelo uso sustentável dos recursos biológicos no País pode ser multiplicada por cinco até o final da década
18 de novembro de 2024
A COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, que ocorrerá em novembro do ano que vem em Belém do Pará, ganha ainda mais importância após a 16ª edição da Conferência das Partes da Biodiversidade, a COP 16, ter terminado sem o aguardado acordo financeiro para a conservação das espécies.
Essa é a opinião de Ricardo Assumpção, líder de Sustentabilidade e chief sustainability officer (CSO) da EY para a América Latina, que destaca a importância da ampliação e da diversificação das atividades de bioeconomia despontam como um caminho promissor para o desenvolvimento sustentável no Brasil. “O que precisamos fazer é dar escala à bioeconomia, mostrar ao mundo tudo o que o Brasil pode proporcionar com seu capital natural único”, diz o executivo.
A empresa investe neste conceito, baseado no uso inteligente e sustentável dos recursos biológicos, em linha com a demanda global por modelos de negócios que respeitem os limites do planeta e promovam a regeneração dos ecossistemas.
Atualmente, os serviços ecossistêmicos globais, que incluem a biodiversidade, podem valer trilhões de dólares anualmente, de acordo com o Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB). Os dados demonstram o potencial enorme da bioeconomia, já que se trata de uma alternativa econômica resiliente e sustentável.
Ainda sobre o tema, um estudo da Universidade de Cambridge mostrou que a perda de biodiversidade e a degradação dos ecossistemas resultariam em um prejuízo econômico de até US$ 4 trilhões por ano até 2050.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de EY.
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