Privacidade além da hospedagem: como a Benarrivati, fundada por Antonella Giancoli, estrutura protocolos para reduzir a exposição de clientes durante as viagens
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 3 de agosto de 2026
Empresa afirma adotar procedimentos operacionais que vão da seleção de propriedades ao alinhamento com equipes locais para minimizar registros e preservar a discrição dos viajantes
Em um mercado em que experiências exclusivas costumam receber mais atenção do que os bastidores da operação, a Benarrivati afirma tratar a privacidade como um processo que começa antes mesmo do embarque do cliente. Segundo a empresa, a discrição não depende apenas da escolha de hotéis isolados ou de roteiros pouco conhecidos, mas da coordenação de uma série de procedimentos internos voltados a reduzir a exposição do viajante durante toda a jornada.
A estrutura descrita pela empresa envolve desde a seleção de propriedades com acesso controlado até orientações específicas para profissionais que participam diretamente da operação. Guias, motoristas, concierges e demais equipes locais recebem instruções sobre confidencialidade, enquanto determinadas funções podem ser submetidas a acordos formais de confidencialidade (NDAs), de acordo com a natureza da operação e o perfil do cliente. O objetivo, segundo a Benarrivati, é limitar a circulação de informações relacionadas aos deslocamentos e à rotina dos viajantes.
Para Antonella Giancoli, fundadora e CEO da Benarrivati, a privacidade não deve ser confundida com isolamento. Segundo ela, preservar a discrição exige planejamento operacional e critérios consistentes na escolha de parceiros.
“Existe uma percepção de que privacidade significa apenas reservar uma vila exclusiva ou um hotel remoto. Na prática, ela depende da forma como toda a operação é organizada. Cada profissional envolvido precisa compreender seu papel na proteção das informações do cliente, desde o planejamento até o encerramento da viagem”.
De acordo com a empresa, a definição dos roteiros considera fatores que vão além do padrão de hospedagem. Entre eles estão características de acesso às propriedades, volume de circulação de visitantes, existência de entradas privativas, possibilidade de utilização de horários alternativos para determinadas atividades e capacidade dos parceiros locais de atender protocolos específicos de confidencialidade quando necessário.
Outro aspecto apontado pela Benarrivati é o gerenciamento da produção de imagens durante as viagens. A empresa informa que orienta equipes operacionais a não registrar fotografias ou vídeos dos clientes sem autorização expressa e que busca alinhar previamente esse procedimento com fornecedores diretamente envolvidos na execução dos roteiros. Segundo Antonella, a preocupação tornou-se mais relevante diante da facilidade de compartilhamento instantâneo de conteúdos em plataformas digitais.
“Hoje uma fotografia publicada sem autorização pode expor muito mais do que a presença de alguém em determinado destino. Dependendo do contexto, ela revela hábitos, deslocamentos, composição familiar e informações que muitos clientes simplesmente não desejam tornar públicas. Por isso, a privacidade precisa ser tratada como parte da operação, e não apenas como uma característica da hospedagem”.
A executiva afirma que os protocolos variam de acordo com o perfil da viagem e não são aplicados de forma uniforme em todas as operações. Em roteiros que envolvem maior necessidade de discrição, a empresa diz ampliar o nível de coordenação entre as equipes locais, restringindo o compartilhamento de informações apenas aos profissionais diretamente envolvidos na execução do serviço.
Segundo a Benarrivati, esse modelo exige treinamento contínuo das equipes e relacionamento de longo prazo com fornecedores que compreendam a importância da confidencialidade. A empresa ressalta que hotéis, restaurantes, transportadoras e demais parceiros permanecem independentes, mas são previamente alinhados quanto aos procedimentos esperados em operações que demandam maior reserva.
Na avaliação de Antonella Giancoli, à medida que as viagens se tornam mais personalizadas, cresce também a necessidade de tratar a privacidade como um elemento operacional, e não apenas como um atributo associado ao luxo. “Discrição não é um serviço adicional que se oferece ao cliente. É uma responsabilidade compartilhada por todos os profissionais envolvidos na viagem e depende muito mais da forma como as pessoas trabalham do que do destino escolhido”.
Sobre a Benarrivati
A Benarrivati é uma empresa internacional especializada no planejamento de viagens sob medida, reconhecida por sua solidez, idoneidade e credibilidade no mercado. Sob a liderança de sua fundadora, Antonella Giancoli, a marca atua como uma rede de Destination Management Companies (DMCs), com sede principal na Itália e com filiais nos Estados Unidos, Europa e Brasil. Pautada pelos valores de transparência, colaboração e responsabilidade, a Benarrivati elimina intermediários ao operar com equipes e concierges locais próprios nos principais destinos do mundo. Com uma trajetória marcada por feedbacks altamente positivos e relações de confiança de longo prazo, a empresa desenvolve mais de mil roteiros tailor-made por ano, consolidando-se como uma verdadeira parceira de seus clientes na criação de experiências autênticas, seguras e memoráveis.
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