BHP destaca inovação aberta como estratégia para ampliar soluções na mineração
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 31 de agosto de 2026
Gerente de Ecossistemas de Inovação da companhia afirma que papel da liderança é criar caminhos para colaboração entre funcionários, startups, universidades e outras instituições
Patricio Pastorelli. Foto: Ibram / Divulgação.
A criação de ambientes que estimulem a colaboração interna e externa é fundamental para transformar ideias em inovações capazes de gerar impacto e escala na mineração, segundo Patricio Pastorelli, gerente de Ecossistemas de Inovação da BHP. O executivo participou do painel “O papel da liderança em inovação”, durante a Exposibram 2026.
Para Pastorelli, cabe às lideranças estabelecer condições para que novas ideias sejam desenvolvidas e avancem até se tornarem soluções aplicáveis aos desafios da indústria. “Para nós é muito importante, como líderes, prover a trajetória e o caminho para conceber novas ideias”, afirmou.
O executivo ressaltou que a BHP mantém programas internos e externos voltados à identificação de soluções inovadoras. A estratégia combina o conhecimento dos próprios funcionários com iniciativas de inovação aberta, que conectam a companhia a startups, universidades, instituições governamentais e aceleradoras.
“Boas ideias podem vir de qualquer origem, e é por isso que temos programas que nos conectam com ecossistemas externos e internos”, disse Pastorelli.
Entre as iniciativas está o Open House, que aproxima a BHP de organizações e profissionais interessados em desenvolver soluções para problemas identificados nas operações da companhia. A empresa também promove programas voltados ao público interno. Em um concurso de ideias inovadoras, por exemplo, foram registradas cerca de mil inscrições.
Atualmente, a BHP possui aproximadamente 115 iniciativas em diferentes estágios no funil de inovação. De acordo com Pastorelli, além da viabilidade técnica, a companhia avalia a capacidade de escala e a prontidão comercial das tecnologias, com o objetivo de assegurar que os projetos possam gerar impacto efetivo no negócio.
A estratégia também envolve parcerias com empresas de tecnologia e instituições acadêmicas. Pastorelli citou iniciativas com a Microsoft nas áreas de inteligência artificial e computação quântica, além de colaboração com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Para o executivo, a conexão com diferentes atores é especialmente relevante diante dos desafios impostos pela transição energética. “Nenhuma empresa consegue inovar isoladamente no cenário atual”, afirmou.
Pastorelli também destacou a necessidade de manter uma relação próxima com os territórios onde a mineração está presente. Segundo ele, a colaboração com esses territórios integra a construção de um ecossistema capaz de desenvolver respostas para os desafios atuais do setor.
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