Estadão Blue Studio - Dia Nacional da Saúde: histórias que mostram o poder do cuidado

Dia Nacional da Saúde: histórias que mostram o poder do cuidado

Casos reais dão exemplo de como acolhimento, escuta e atuação integrada das equipes da Rede Américas fizeram diferença em momentos decisivos para pacientes e familiares

5 de agosto de 2026

Dia Nacional da Saúde: histórias que mostram o poder do cuidado

O Dia Nacional da Saúde é celebrado em 5 de agosto, e, neste dia, é importante uma reflexão sobre a paixão por cuidar das pessoas.

Esse cuidado, que vai muito além de exames, diagnósticos e tratamentos, mostra que confiança, respeito e empatia podem transformar a experiência de quem enfrenta um dos momentos mais delicados da vida.

“Receber um diagnóstico difícil, enfrentar uma cirurgia ou acompanhar alguém que se ama durante um tratamento complexo costuma mudar a forma como as pessoas enxergam a saúde”, afirma Rogério Reis, vice-presidente de Hospitais da Rede Américas.

“O cuidado é sustentado por conhecimento técnico, tecnologia e estrutura hospitalar. Mas também depende da capacidade de acolher, compreender as necessidades de cada pessoa e oferecer segurança em uma das fases mais delicadas da vida.”

Um dos exemplos é o de Nelson Alves Bruno Silva (na foto, de amarelo), nascido no Hospital Samaritano Higienópolis, uma das unidades da Rede Américas em São Paulo.

Ele mantém uma relação com a instituição desde o primeiro dia de vida. Ao longo das décadas, voltou ao hospital em diferentes momentos, mas foi durante a pandemia de Covid-19 que viveu sua experiência mais desafiadora.

Pouco tempo depois de se recuperar de uma septicemia, Nelson contraiu o coronavírus. A doença comprometeu 98% dos pulmões. Em poucos dias, perdeu a capacidade de caminhar e de se alimentar sozinho. Diante da gravidade do quadro, gravou mensagens de despedida para a família. “Na UTI, precisei ser intubado. Naquele momento, achei que não sairia vivo”, diz.

Os dias seguintes trouxeram uma mudança inesperada. Depois da extubação, iniciou um processo de recuperação com fisioterapia respiratória e motora, fonoaudiologia e acompanhamento contínuo até voltar a respirar sem auxílio, recuperar os movimentos e retomar a autonomia.

Foram 40 dias de internação. Hoje, Nelson continua realizando consultas e exames no mesmo hospital onde nasceu. Mais do que a recuperação física, leva consigo a certeza de que o acolhimento recebido foi decisivo para enfrentar o período mais difícil de sua vida.

“Medicina é conhecimento, tecnologia e bons profissionais. Mas existe uma diferença enorme quando alguém acredita que vale a pena lutar por você. Foi isso que encontrei aqui”, enfatiza.

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