Novo Nordisk, empresa responsável pelo remédio, reforça orientações para identificar reconhecer o produto original e proteger pacientes
23 de dezembro de 2024
Qualquer item de Ozempic que apresente adesivos como “nova fórmula” ou diferentes formas de administração, como oral, sublingual, retal, endovenosa ou intramuscular, deve ser considerado suspeito. “A saúde dos nossos pacientes é nossa prioridade”, diz Marcela Saturnino Caselato, diretora médica da Novo Nordisk Brasil.
A orientação sobre como identificar o produto original e evitar riscos desnecessários se torna ainda mais necessária após casos recentes de vendas de versões falsificadas de Ozempic.
O medicamento, que é usado no tratamento prescrito para diabetes tipo 2 não satisfatoriamente controlada, foi lançado em 2019 e é uma solução injetável subcutânea, cujas características e fórmula permanecem inalteradas desde então.
A Novo Nordisk reforça que o produto é vendido apenas em canetas pré-preenchidas injetáveis. “Embalagens alteradas, informações em idiomas estrangeiros ou divergências nas instruções também são sinais de alerta”, afirma Marcela. “Se encontrar uma caneta de Ozempic que pareça diferente, não use. Converse com o seu médico ou acione os canais de atendimento ao paciente da Novo Nordisk Brasil.”
É necessário ficar atento para o design padronizado do medicamento, que vem em uma caneta de corpo azul-claro, botão de aplicação cinza-claro e seletor de dose branco. O rótulo tem qualidade adequada de impressão e fixação.
As doses indicadas pelo seletor são somente 0 e 1 (para Ozempic de 1 mg) ou 0.25 e 0.5 (para Ozempic de 0.25/0.5 mg). Ao remover a tampa, o visor da solução é cinza e fosco e o líquido injetável é transparente. Todas as informações estão sempre em português.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Novo Nordisk Brasil.
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