Usuários vão poder ‘abandonar’ recomendações por inteligência artificial de redes sociais e plataformas
8 de setembro de 2023
Uma nova legislação, a Lei dos Serviços Digitais (DSA), está entrando em vigor na União Europeia, promovendo maior transparência nas plataformas digitais com mais de 45 milhões de usuários ativos. Essa lei permite aos usuários da UE desativar os algoritmos de personalização, evitando conteúdo moderado por IA e retornando a uma interface cronológica em algumas redes sociais.
Empresas como Meta (Facebook e Instagram) estão fazendo ajustes para permitir que os usuários saiam dos sistemas de recomendação, visualizando apenas conteúdo de perfis seguidos e em ordem cronológica. O TikTok também alterará seu feed de vídeos recomendados com base na localização do usuário em vez do histórico de visualizações. Outras plataformas, como YouTube, LinkedIn, Pinterest e X (ex-Twitter), também farão mudanças semelhantes em conformidade com a nova legislação.
Essas mudanças visam evitar que as plataformas perpetuem extremismos, já que os algoritmos tendem a sugerir conteúdo semelhante ao gosto do usuário. Essas regulamentações da UE podem ter repercussões globais e afetar as práticas de plataformas digitais em todo o mundo, incluindo o Brasil.
A Lei dos Serviços Digitais (DSA) da União Europeia também impõe requisitos rigorosos para que as empresas forneçam ferramentas mais transparentes para os usuários denunciarem conteúdo violador das regras internas das plataformas digitais. Embora muitas dessas plataformas já tenham recursos de denúncia, a UE exige maior transparência nesses botões.
O TikTok está desenvolvendo botões para relatar materiais prejudiciais em várias categorias, como produtos ilegais, suicídio, desinformação, fraudes e golpes. A empresa chinesa proprietária do aplicativo, ByteDance, também anunciou a contratação de equipes para revisar esses relatórios e remover conteúdo, se necessário.
A Meta (anteriormente Facebook) afirma que seus botões de denúncia estão agora mais acessíveis do que nunca.
Além disso, a nova legislação proíbe anúncios personalizados direcionados a crianças e adolescentes menores de 18 anos, visando proteger a privacidade desse grupo. O TikTok planeja implementar essa medida não apenas na UE, mas também nos Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Islândia, Noruega e Liechtenstein.
Matéria produzida pelo jornalismo do Estadão e otimizada por IA. Fonte: www.estadao.com.br
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