Os avanços e os desafios na jornada de mulheres com câncer

Meet Point Estadão Think discute com especialistas os impactos da testagem genética, dos tratamentos e das políticas públicas no prognóstico de pacientes com tumores femininos

31 de março de 2025

Os avanços e os desafios na jornada de mulheres com câncer

Durante o Meet Point Estadão Think, realizado na última terça-feira (25), com patrocínio da AstraZeneca, especialistas falaram sobre os avanços na testagem genética e nos tratamentos personalizados em relação aos tumores femininos.

O evento contou com a moderação da jornalista Camila Silveira e teve a presença da oncologista Andrea Gadelha, líder da oncoginecologia do A.C.Camargo Cancer Center; da mastologista Rosemar Rahal, professora da Universidade Federal de Goiás, presidente da Comissão de Especialidades da Febrasgo e membro da diretoria nacional da Sociedade Brasileira de Mastologia; e da psico-oncologista Luciana Holtz, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia.

Os convidados também abordaram os desafios da área, como o diagnóstico tardio e a desigualdade no acesso às terapias mais modernas.

Em relação ao câncer de ovário, por exemplo, há necessidade de métodos mais eficazes para a detecção. “Não há um exame de rastreamento eficaz, como a mamografia para o câncer de mama”, alertou Andrea Gadelha. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), 77% dos casos da doença são diagnosticados em estágios avançados.

Já a obesidade vem impulsionando o crescimento do câncer de endométrio, que tem como um de seus principais sinais o sangramento vaginal anormal. “A imunoterapia tem se mostrado uma alternativa promissora, especialmente para pacientes com alterações genéticas”, explica Andrea. Neste tipo de câncer, o tratamento inicial é cirúrgico, porém, testes moleculares ajudam a classificar os tumores e definir estratégias terapêuticas.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de AstraZeneca.