Estadão Blue Studio - No Sebrae, escutar as pessoas virou decisão, e a decisão chegou aos pequenos negócios

No Sebrae, escutar as pessoas virou decisão, e a decisão chegou aos pequenos negócios

O Sebrae Nacional mostra como a escuta das equipes mudou carreira, aprendizagem, diversidade e atendimento

7 de novembro de 2026

No Sebrae, escutar as pessoas virou decisão, e a decisão chegou aos pequenos negócios

Parceria entre o Estadão e a FIA Business School, o prêmio “Lugares Mais Incríveis para Trabalhar” reconheceu pelo terceiro ano consecutivo o Sebrae.

“Transformamos a escuta em decisão”, diz Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, ressaltando as evolução observada desde a primeira celebração.

Essa escuta citada pela executiva deu espaço para um novo modelo de carreira, licenças parentais para todos os arranjos familiares, uma política própria de saúde, segurança e qualidade de vida e um MBA em Inovação.

Margarete Coelho, diretora de administração e finanças do Sebrae Nacional. Foto: ASN Sebrae Nacional

A conversa também ganhou volume: em dois anos, os feedbacks registrados na avaliação de desempenho triplicaram.

O primeiro passo realizado pelo Sebrae Nacional foi saber quem compõe as equipes, por meio de um censo interno. Dele, nasceu a Política de Diversidade, com ações afirmativas de gênero e raça, que chegaram ao programa de sucessão, e o primeiro processo seletivo prioritário para pessoas negras.

O novo programa de aprendizagem abriu vagas para jovens de unidades de acolhimento. No ano passado, as mulheres chegaram a 40,4% dos cargos de liderança, e as pessoas negras, a 31% do quadro. O caminho rendeu o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, e os dados do segundo censo, feito este ano, vão orientar as metas de 2027 a 2030.

O olhar para dentro alterou também o atendimento. Em 2024, foi criada uma unidade dedicada ao empreendedorismo feminino, à diversidade e à inclusão.

“Parecia uma mudança de organograma, e mudou a forma como atendemos em todo o país”, conta a Margarete. Raça, cor e deficiência passaram a ser registradas no sistema de atendimento, porque “só se atende bem quem se conhece”, e o atendimento foi ligado às metas do Sistema Sebrae, com reflexo na remuneração variável das equipes.

Segundo a diretora, o resultado chegou à ponta: milhares de pequenos negócios atendidos pelo programa Plural e mais de R$1 bilhão em crédito avalizado pelo Fampe Mulher a empresas lideradas por mulheres.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Sebrae.