Moda regenerativa: Lojas Renner S.A. apresenta projeto de cultivo de algodão agroflorestal na COP-30

Iniciativa pioneira gera impactos ambiental e social positivos e vai ao encontro dos temas debatidos na Conferência

15 de novembro de 2025

Moda regenerativa: Lojas Renner S.A. apresenta projeto de cultivo de algodão agroflorestal na COP-30

Unindo pesquisa científica, inclusão social e regeneração ambiental, o projeto Florestas de Algodão foi apresentado durante a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP-30), que começa nesta segunda-feira (10), em Belém (PA).

A iniciativa pioneira, realizada pela Lojas Renner S.A. em parceria com a startup Farfarm e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), atua no bioma Cerrado com o objetivo de construir uma cadeia produtiva de matérias-primas mais sustentáveis e regenerativas, com base em sistemas agroflorestais (SAF).

“O projeto Florestas de Algodão contribui para a moda circular e regenerativa e reforça nossos compromissos de reduzir em 55% as emissões por peça produzida e alcançar 100% de matérias-primas mais sustentáveis até 2030, além da neutralidade climática até 2050″, afirma Regina Durante, vice-presidente de Gente, Sustentabilidade e Relações Institucionais da Lojas Renner S.A.

“É um exemplo de como conectamos inovação, colaboração, impacto social e enfrentamento das mudanças climáticas”, diz a executiva.

A Renner participa de dois painéis neste ano, reforçando seu papel de liderança na agenda climática do setor. Ela também esteve presente na COP-27, no Egito, e na COP-29, no Azerbaijão, e de lançar, em outubro, sua nova coleção feita com algodão regenerativo.

Nas peças das marcas Renner e Ashua, a principal inovação é o uso de algodão cultivado em sistema agroflorestal, misturado ao algodão agroecológico e ao certificado.

Inovação que gera valor econômico e social

O impacto positivo do projeto se estende aos campos econômico e social. Mesmo em pequena escala, a produtividade média do algodão cultivado na fazenda experimental da UFMT no município de Santo Antônio do Laverger alcançou entre 1,3 e 2 toneladas de algodão em caroço por hectare.

O modelo combina ainda geração de renda, segurança alimentar e fortalecimento de comunidades rurais, já que nas entrelinhas do algodão são cultivados alimentos como milho, feijão e hortaliças.

A produção do algodão agroflorestal utilizado na recente coleção lançada pelas marcas Renner e Ashua, por exemplo, impactou diretamente cerca de 10 famílias de agricultores, das quais mais de 60% dobraram sua renda anual, proveniente do seu lote de terras, no comparativo de 2023 para 2024, além de permitir a introdução de 250 árvores nativas, frutíferas e madeireiras por hectare.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Lojas Renner S.A.