Espírito Santo: onde a experiência vai além do destino

Em poucos quilômetros, o turista pode trocar o ritmo da praia pelo silêncio das trilhas, encontrando fé, cultura, gastronomia e aventura

21 de dezembro de 2025

Espírito Santo: onde a experiência vai além do destino

A diversidade em relação aos atrativos turísticos do Espírito Santo faz com que o viajante aproveite várias experiências em uma só viagem.

Isso porque as distâncias são curtas e seguras, fruto da modernização das estradas que ligam o Estado de norte a sul, e incluem praias famosas, montanhas e parques para ecoturismo, além de passar por festas religiosas e roteiros gastronômicos.

De acordo com a PNAD Contínua Turismo 2024, do IBGE, o Espírito Santo foi destino de 440 mil viagens nacionais no ano, consolidando sua presença no mapa do turismo brasileiro. Desse total, quase 40% das viagens tiveram o lazer como principal motivação, o que coloca o Espírito Santo entre os seis Estados com maior proporção de turistas viajando para aproveitar o destino.

Também houve aumento no tempo de permanência no Estado. Em 2024, os turistas ficaram, em média, 6,5 dias no Espírito Santo, o maior índice do Sudeste, e um crescimento em relação ao do ano anterior, quando a média era de 5,9 dias. Ficar mais tempo significa explorar mais destinos e conhecer melhor a cultura local.

Em relação ao impacto na economia, o gasto médio por viagem com pernoite chegou a R$ 2.118, um aumento de mais de 35% em relação ao registrado no ano anterior, acima da média brasileira. Mesmo com uma leve redução no gasto diário individual, o valor total investido na viagem aumentou, indicando um turista que permanece mais dias e aproveita mais o destino.

O Espírito Santo também dialoga com as principais tendências do turismo atual. Enquanto o turismo exclusivamente de sol e praia perde espaço no Brasil, crescem as viagens motivadas por cultura, gastronomia, natureza, ecoturismo e aventura.

São exatamente os pilares turísticos que o Estado reúne de forma integrada. Hoje, as viagens ligadas à cultura e à gastronomia representam 24,4% dos deslocamentos no Brasil, enquanto o turismo de aventura responde por 21,7%.

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