Após aprovação do Código de Defesa do Contribuinte, setor mira a monofasia tributária da nafta e do etanol
19 de dezembro de 2025
No dia 9 de dezembro, foi aprovado pela Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar nº 125/2022, que estabelece um novo marco no combate à sonegação no setor de combustíveis.
O texto institui o Código de Defesa do Contribuinte, que passa a regulamentar, de forma objetiva, a figura do devedor contumaz — aquele que adota a inadimplência reiterada como estratégia de negócio.
De autoria do Senado Federal, a proposta busca diferenciar contribuintes que enfrentam dificuldades pontuais de empresas que estruturam operações para não recolher tributos, prática que historicamente provoca desequilíbrios concorrenciais e perdas bilionárias de arrecadação.
“Este é um projeto que dialoga diretamente com a vida real das pessoas”, diz senador Efraim Filho, relator da iniciativa, para quem o alcance da medida vai além da esfera fiscal. “Pode parecer técnico, mas, quando entendemos que o dinheiro sonegado deixa de financiar políticas públicas e, muitas vezes, acaba associado ao crime organizado, sua relevância fica evidente.”
Emerson Kapaz, presidente do Instituto Combustível Legal (ICL), afirma que a nova legislação corrige uma distorção histórica. “É impossível ter competição leal quando uma empresa cumpre suas obrigações e outra sonega de forma recorrente para vender mais barato.”
Segundo dados da Receita Federal, cerca de 1.200 CNPJs concentram mais de R$ 200 bilhões em dívida ativa, resultado de práticas estruturadas de evasão fiscal. No setor de combustíveis, esse cenário afeta diretamente a concorrência e a sustentabilidade do mercado.
Segundo Kapaz, o Código cria instrumentos para identificar e responsabilizar o devedor contumaz, sem penalizar empresas que enfrentam dificuldades ocasionais. “A inadimplência eventual é parte do risco do negócio. O foco agora é coibir a contumácia usada como modelo econômico”, diz.
Vale lembrar que a tramitação da proposta ganhou impulso após operações como Carbono Oculto, Cadeia de Carbono e Poço de Lobato, que revelaram a atuação de organizações criminosas no setor de combustíveis. As investigações evidenciaram a conexão entre fraude fiscal, lavagem de dinheiro e concorrência desleal.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de ICL.
29 de dezembro de 2025
Como empresas podem proteger sua operação com soluções de seguros sob medida
28 de dezembro de 2025
Ambev investe R$ 10 bilhões no País e reforça papel da cerveja como motor da economia
Após seis anos de paralisação, trecho 1 do Rodoanel Norte é inaugurado, superando desafios
16 de dezembro de 2025
PERFIL PROFISSIONAL Lucas Aliberti
11 de dezembro de 2025
PERFIL PROFISSIONAL: Debora Cristina Rodrigues
10 de dezembro de 2025
“O maior inimigo das marcas é a apatia”, diz o Cofundador e CCO da Euphoria Creative, Marcelo Rizério
20 de dezembro de 2024
Estadão Summit Imobiliário 2024: debates estratégicos marcaram a 9ª edição do evento
19 de dezembro de 2024
Fórum Estadão Reconstrução da Educação
5 de dezembro de 2024
Prêmio Estadão Finanças Mais 2024
Guia de Pós+MBA 2025
Prêmio Mobilidade Estadão 2026
Estadão apresenta: Guia da Faculdade 2025
12 de maio de 2023
Minha Canção #12 – Marcelo D2 (Parte 01)
5 de maio de 2023
Por Aí, com Patrícia Ferraz – 10ª edição do ‘Paladar Cozinha do Brasil’
3 de maio de 2023
Som a Pino Entrevista BNegão: ‘Eu gosto da possibilidade de viver tudo’
21 de agosto de 2023
Mochila da ‘raposinha’: conheça a marca Fjällräven, que virou febre no verão europeu e na Faria Lima
19 de agosto de 2023
‘Quero ser um jogador global’, diz Neymar sobre decisão de jogar no Al Hilal, da Arábia Saudita
2 de agosto de 2023
BRADESCO SEGUROS E TADEU SCHMIDT TRAZEM ‘TADEUZINHO’ PARA CONSCIENTIZAR POPULAÇÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO SEGURO AUTO