Crédito rural impulsiona pecuária 4.0 e transforma relação com a floresta na Amazônia

Linhas de crédito específicas financiam a agropecuária sustentável na região Norte

20 de novembro de 2025

Crédito rural impulsiona pecuária 4.0 e transforma relação com a floresta na Amazônia

O Banco da Amazônia está à frente de uma revolução silenciosa da pecuária na Amazônia. Chama da Pecuária 4.0, essa mudança combina tecnologia e manejo sustentável a partir de apoio no crédito inteligente, usado para transformar uma das atividades mais tradicionais e desafiadoras no território para a redução de emissões e do desmatamento.

Para isso, a instituição oferece serviços e produtos para financiar a agropecuária sustentável na região Norte do País. Com linhas de crédito específicas voltadas à recuperação de pastagens degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e digitalização das fazendas, produtores rurais têm adotado modelos de produção intensiva e sustentável.

Alguns exemplos são linhas como o FNO Amazônia Rural Sustentável e o FNO ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono), que financiam práticas de recuperação de solo, adubação orgânica, plantio de árvores nativas em áreas de pastagem e uso de sensoriamento remoto e chips de monitoramento animal – tecnologias típicas da chamada Pecuária 4.0.

“Nosso foco é gerar produtividade sem abrir novas áreas. O crédito rural precisa ser um instrumento de regeneração, não de expansão”, explica Luiz Lessa, presidente do Banco da Amazônia.

Vale destacar que esses financiamentos vêm acompanhados de assistência técnica e condicionantes ambientais, garantindo que cada investimento tenha retorno econômico e impacto positivo no território.

Para promover a digitalização da cadeia pecuária, o Banco da Amazônia financia a adoção de softwares de gestão rural, estações meteorológicas inteligentes e sensores de monitoramento de rebanhos. Essas tecnologias permitem controlar a taxa de lotação, ganho de peso e pegada de carbono por animal.

“A inovação é o novo cercado da Amazônia. Ela delimita o uso da terra de forma racional e produtiva”, afirma Fábio Maeda, diretor de Riscos e Controle da instituição.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Banco da Amazônia.