Como a Petrobras ajudou a moldar três décadas do cinema brasileiro

Uma parceria que começa com “Carlota Joaquina”, se amplia por mais de 600 filmes e segue renovada em diversidade, acesso e representatividade

19 de dezembro de 2025

Como a Petrobras ajudou a moldar três décadas do cinema brasileiro

A relação entre a Petrobras e o cinema brasileiro completa 30 anos, um período em que o patrocínio, o diálogo com o setor e o compromisso com a cultura se transformaram em parceria sólida e contínua, renovada a cada projeto.

O filme Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, dirigido por Carla Camurati, foi a obra que deu início a essa relação, em 1995.

“O Carlota despertou uma paixão na Petrobras. A partir do sucesso do filme, a empresa começa a investir direto no cinema. Foi um movimento lindo. A Petrobras entendeu a importância e a potência que um filme pode ter”, disse Carla Camurati.

Alessandra Teixeira, gerente de Patrocínios da Petrobras, diz que a empresa tem “uma compreensão aprofundada da importância do cinema, e da cultura de forma geral, para o País – e do desenvolvimento que o cinema gera e como ele pode ser potencializado com o apoio da Petrobras”.

Nos últimos 30 anos, a Petrobras adotou um olhar estruturante para o cinema brasileiro. Mais de 600 filmes receberam patrocínio da empresa, da produção e distribuição de longas à restauração de clássicos de nomes como Glauber Rocha, Joaquim Pedro de Andrade e Nelson Pereira dos Santos.

Além das obras, a presença da marca se espalha por projetos que apoiam a cadeia como um todo – festivais, salas de cinema, iniciativas de formação, escolas, mostras e curtas – fortalecendo não apenas títulos, mas o ecossistema do audiovisual no país.

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As reportagens foram produzidas pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Petrobras.