Pressão por redução de custos faz empresas revisarem gargalos operacionais e processos internos
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 27 de maio de 2026
Margens mais apertadas aumentam busca por eficiência operacional e expõem custos ocultos ligados a retrabalho, processos manuais e falta de integração
O aumento da pressão por produtividade e redução de custos tem levado empresas brasileiras a revisarem processos internos e identificarem gargalos operacionais que antes passavam despercebidos. Em um cenário de margens mais apertadas e maior competitividade, eficiência operacional deixou de ser apenas uma meta administrativa e passou a ser um fator estratégico para sustentabilidade e crescimento.
Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o custo operacional continua entre os principais fatores de preocupação das empresas brasileiras, especialmente diante do aumento das despesas administrativas, tributárias e logísticas. Paralelamente, estudo da consultoria McKinsey aponta que empresas mais eficientes operacionalmente conseguem responder mais rapidamente a oscilações econômicas e preservar competitividade mesmo em cenários de pressão financeira.
Segundo especialistas da Vilesoft, grande parte das perdas financeiras das empresas hoje está ligada a gargalos internos pouco visíveis, como retrabalho, processos manuais e baixa integração operacional..
“Muitas organizações ainda concentram a discussão de custos apenas em vendas ou faturamento, mas parte importante das perdas está escondida dentro da própria operação, em processos manuais, retrabalho e falta de integração entre áreas”, afirma Roger Maia, fundador e CEO da Vilesoft.
Segundo a empresa, os gargalos mais comuns aparecem em rotinas operacionais fragmentadas, com excesso de planilhas, duplicidade de lançamentos, informações desencontradas e baixa integração entre departamentos.
Na prática, isso aumenta tempo operacional, reduz produtividade e compromete a confiabilidade dos dados utilizados para tomada de decisão.
De acordo com estudo da Asana Work Index, profissionais gastam uma parcela significativa da jornada semanal executando tarefas repetitivas e atividades de coordenação operacional, reduzindo tempo disponível para atividades estratégicas e produtivas.
“O retrabalho gera um custo silencioso, mas extremamente relevante. Equipes passam horas corrigindo, conciliando ou refazendo processos que poderiam estar automatizados e integrados”, explica Roger Maia.
A Vilesoft destaca que a falta de integração ainda é uma realidade comum em empresas que cresceram utilizando múltiplos sistemas independentes para financeiro, estoque, comercial e fiscal.
Esse modelo dificulta controle em tempo real e faz com que gestores gastem mais energia conciliando informações do que analisando indicadores estratégicos.
“Quando os dados não circulam de forma integrada, a empresa perde velocidade operacional e capacidade de reação. Isso afeta produtividade, previsibilidade financeira e competitividade”, afirma Flávio Henrique Fonseca de Andrade, diretor de tecnologia da Vilesoft.
Segundo ele, processos manuais também aumentam dependência operacional e reduzem escalabilidade das empresas.
À medida que a operação cresce, lançamentos repetitivos, aprovações descentralizadas e controles paralelos passam a gerar gargalos cada vez mais difíceis de administrar.
Dados da consultoria Deloitte mostram que automação operacional e integração de processos estão entre as principais prioridades de investimento das empresas que buscam ganho de eficiência e redução de custos nos próximos anos.
Para a Vilesoft, empresas mais eficientes operacionalmente possuem processos padronizados, indicadores confiáveis, integração entre áreas e menor dependência de tarefas manuais.
“O ERP moderno deixou de ser apenas um sistema operacional e passou a funcionar como uma infraestrutura de gestão. O ganho não é apenas tecnológico, mas estratégico, porque permite transformar operação em vantagem competitiva”, diz Flávio.
A empresa avalia que sinais como excesso de planilhas paralelas, demora para fechamento financeiro, equipes sobrecarregadas e dificuldade para identificar desperdícios indicam necessidade urgente de revisão operacional.
“Hoje, empresas competitivas não são apenas as que vendem mais, mas as que conseguem operar com maior eficiência, previsibilidade e capacidade de execução”, conclui Roger Maia.
A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da PressWorks