Por dentro da imersão que prepara a Casa do Construtor para crescer na Argentina
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 1 de julho de 2026
Com profissionais das áreas de educação, operações, gestão de ativos e comunicação, Rede promove uma imersão presencial para formar equipes, transferir cultura e preparar novas operações na América Latina
Antes da inauguração de uma loja, antes da chegada dos clientes e até mesmo antes da primeira máquina ser ligada, existe uma operação silenciosa acontecendo nos bastidores da internacionalização da Casa do Construtor. Ela envolve equipamentos, contratos, investimentos e principalmente pessoas.
Nesta semana, enquanto a Rede se prepara para inaugurar novas unidades em Mendoza, no dia 25 de julho, e Escobar, em 4 de agosto, uma comitiva formada por especialistas brasileiros desembarcou na Argentina com uma missão estratégica. A de garantir que as equipes argentinas iniciem as operações com o mesmo padrão de atendimento, segurança e gestão que transformou a Casa do Construtor na maior rede de locação de equipamentos da América Latina.
O movimento ajuda a responder uma pergunta comum entre empresas em processo de expansão internacional. Como manter a essência da marca quando ela atravessa fronteiras?
Para a Casa do Construtor, a resposta passa pela educação corporativa. Durante vários dias, profissionais das unidades de Córdoba, Mendoza e Escobar participarão de uma imersão presencial conduzida pela Universidade Corporativa Internacional da Rede. A programação inclui treinamentos administrativos, operacionais, técnicos e culturais.
À frente da formação está Blanca Dugarte Corredor, especialista em Educação da Universidade Corporativa Internacional, responsável por adaptar conteúdos desenvolvidos no Brasil às particularidades de cada país.
“Existe um padrão que nasce no Brasil, mas também existe a necessidade de compreender a cultura local. Cada país possui sua forma de trabalhar, seus hábitos, sua comunicação e seus desafios. Nosso trabalho é justamente unir essas duas realidades e construir um plano educacional personalizado”, explica Blanca.
Ela acompanha o projeto internacional há anos e participou diretamente da estruturação dos programas de treinamento no Paraguai e no Uruguai. Agora, se dedica à consolidação das operações argentinas e aos preparativos para a chegada da Rede ao Chile.
“Para mim é uma honra fazer parte desse processo. Não estamos apenas treinando equipes. Estamos construindo conhecimento, formando pessoas e criando conexões entre países diferentes que passam a compartilhar os mesmos valores”, afirma.
Do equipamento ao relacionamento
A internacionalização exige mais do que ensinar procedimentos. Por isso, a capacitação também envolve atividades práticas conduzidas por Rafael Ribeiro, consultor técnico da Gestão de Ativos da Casa do Construtor. Cabe a ele apresentar, na prática, o funcionamento de dezenas de equipamentos presentes no portfólio da Rede.
Betoneiras, compactadores, rompedores, geradores, plataformas e diversos outros itens passam por demonstrações detalhadas para que as equipes compreendam não apenas o uso correto, mas também aspectos ligados à segurança, manutenção preventiva e orientação ao cliente.
“Quando falamos em locação, estamos falando de confiança. O cliente precisa ter segurança de que receberá orientação adequada e equipamentos em perfeitas condições. Isso só acontece quando existe capacitação contínua”, explica Rafael.
O trabalho de preparação das novas operações também conta com a atuação de Vanderlei Justo, consultor de campo da Casa do Construtor. Responsável por acompanhar a rotina das unidades, ele atua diretamente no desenvolvimento das equipes, orientando processos operacionais e administrativos, padrões de atendimento, organização da loja e boas práticas de gestão.
Na Argentina, Vanderlei tem a missão de garantir que as novas operações iniciem as atividades alinhadas aos padrões já consolidados pela Rede no Brasil e em outros países da América Latina.
“Nosso papel é estar próximo das equipes desde o primeiro dia de operação. Buscamos desenvolver pessoas e transmitir a cultura da Casa do Construtor na prática, dentro da realidade de cada unidade”, afirma.
Para a companhia, esse acompanhamento presencial contribui para acelerar a curva de aprendizado dos novos colaboradores e fortalecer a experiência oferecida aos clientes desde as primeiras locações.
Comunicação também faz parte da expansão
A preparação das novas unidades argentinas inclui ainda uma frente pouco visível, mas considerada estratégica pela companhia. A Comunicação.
Durante a missão, jornalistas argentinos participarão de uma coletiva de imprensa conduzida por Ramon Rossi, coordenador de Comunicação e Imprensa da Rede, para apresentar a trajetória da Universidade Corporativa e o modelo de formação adotado pela companhia há mais de duas décadas.
A iniciativa busca aproximar a marca dos veículos locais e mostrar que a internacionalização da Casa do Construtor vai além da abertura de lojas.
“A educação sempre fez parte da nossa história. Antes de inaugurar uma unidade, inauguramos conhecimento. Queremos que a imprensa latino-americana compreenda que existe uma estrutura robusta por trás de cada operação aberta fora do Brasil”, afirma Rossi.
Uma universidade que atravessa fronteiras
Criada há mais de 20 anos, a Universidade Corporativa da Casa do Construtor já capacitou milhares de profissionais e se tornou uma das principais ferramentas de crescimento da Rede.
Ao longo de sua trajetória, recebeu reconhecimento nacional por suas práticas de aprendizagem corporativa, conquistando dois troféus no Prêmio Scaffold de Excelência em Aprendizagem, nas categorias Excelência na Prática e Excelência do Aprendizado.
Hoje, a plataforma reúne treinamentos presenciais, ensino a distância, trilhas de aprendizagem, certificações, conteúdos técnicos e programas permanentes de atualização.
Segundo Ronaldo Rizzi, gerente Latam da Casa do Construtor, a educação deixou de ser uma área de suporte para assumir papel central na estratégia internacional.
“Uma loja pode ser construída em poucos meses. Uma cultura leva anos. Quando abrimos uma operação fora do Brasil, não estamos levando apenas equipamentos ou processos. Estamos levando conhecimento, valores e uma forma de fazer negócios”, afirma.
Para uma empresa que já possui operações no Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile e que continua avaliando novos mercados na América Latina, a capacidade de ensinar talvez seja tão importante quanto a capacidade de expandir.
“Porque, antes da primeira locação, existe sempre uma sala de aula”, finaliza Bruno Arena, vice-presidente Internacional.
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