Festah amplia operação em SP para acompanhar expansão do mercado de eventos premium
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 16 de junho de 2026
Empresa inaugura novo galpão de 6 mil m² em Embu das Artes (SP) e reforça estratégia de crescimento em um setor que se mantém aquecido
O mercado brasileiro de eventos vive um novo ciclo de expansão, impulsionado pela retomada das celebrações presenciais, pela valorização das experiências e pelo fortalecimento dos encontros corporativos. Nesse cenário, a Festah, especializada em locação de mobiliário para eventos de alto padrão, acaba de realizar o maior investimento de sua história ao inaugurar uma nova unidade em São Paulo, consolidando uma estratégia de expansão construída ao longo de duas décadas.
Instalada em Embu das Artes (SP), a nova operação ocupa uma área de aproximadamente 6 mil metros quadrados e passa a concentrar parte importante da logística, do armazenamento e do relacionamento com clientes da companhia. O espaço abriga showroom, escritórios e estrutura operacional voltada ao atendimento de decoradores e organizadores responsáveis por alguns dos principais eventos sociais e corporativos do país.
De acordo com o casal de fundadores da empresa, a arquiteta Maisa Lemos e o economista Dime Medeiros, a ampliação marca um novo capítulo na história da Festah. “A decisão de ampliar a operação paulista está relacionada à evolução do mercado e ao aumento da demanda por projetos cada vez mais personalizados e pela busca crescente por exclusividade nos eventos de alto padrão”, afirmam.
Maisa e Dime revelam que os clientes do segmento premium buscam ambientes que expressem identidade, sofisticação e originalidade, o que exige um nível de customização e curadoria muito superior ao observado há alguns anos.
De acordo com dados da Festah, o mercado de eventos registrou crescimento entre 6% e 12% nos últimos três anos, impulsionado por fatores comportamentais que vão além da recuperação econômica. “Entre eles estão a necessidade de reconexão social após o período de isolamento e o fortalecimento das comemorações familiares, especialmente festas de 15 anos e casamentos”, dizem os fundadores.
Eles reforçam que os eventos sociais de alto padrão costumam trabalhar com orçamentos que variam entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões. Dentro desse universo, a decoração representa uma parcela significativa dos investimentos, podendo responder por até 40% do orçamento total, dependendo do projeto. “A nova unidade em São Paulo foi concebida justamente para dar escala a esse crescimento e ampliar nossa capacidade de atender projetos cada vez mais sofisticados”, explicam.
A Festah nasceu a partir de uma lacuna observada por eles no mercado de festas. Em 2005, enquanto organizavam o próprio casamento, Maisa e Dime perceberam que os móveis disponíveis para locação não refletiam a estética e a personalidade que buscavam para a celebração. A solução foi criar peças próprias.
“O que começou como uma alternativa para um único evento acabou se transformando em negócio”, conta o casal.
Após o casamento, eles decidiram investir na ideia, adquirindo os primeiros móveis, estruturando uma pequena operação em São José do Rio Preto e atendendo eventos na região. Combinando a visão criativa de Maisa com a expertise em arquitetura e design com a capacidade de gestão e planejamento de Dime, a empresa cresceu de forma gradual até se tornar uma das principais referências nacionais em mobiliário para eventos premium.
Vinte anos depois, a Festah opera em quatro cidades estratégicas, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e São José do Rio Preto, e mantém um dos maiores acervos do setor. São mais de 6 mil produtos cadastrados e cerca de 68 mil itens disponíveis para locação, utilizados em aproximadamente 300 eventos por mês. A empresa emprega 178 colaboradores e registrou crescimento médio anual entre 20% e 25% nos últimos três anos.
“Em um mercado cada vez mais orientado à exclusividade, acreditamos que a combinação entre curadoria, personalização, escala operacional e um dos maiores acervos do país continuará sendo o principal motor de crescimento da companhia nos próximos anos”, concluem os empresários.
Essa última frase, especialmente, ficou muito mais “Valor Econômico”. Em vez de parecer uma empresa de eventos vendendo emoção, ela passa a parecer uma empresa que construiu uma operação nacional baseada em curadoria, acervo e capacidade de execução, que são ativos de negócio.
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