Capacete compartilhado: quais os riscos invisíveis de usar equipamentos de terceiros
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 1 de junho de 2026
Higienização adequada ajuda a evitar odores, fungos e irritações causadas pelo acúmulo de resíduos dentro dos equipamentos
Com mais de 34 milhões de motocicletas, motonetas e ciclomotores em circulação no Brasil, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), o capacete é um item indispensável na rotina de milhões de brasileiros. Obrigatório por lei e essencial para a segurança, o equipamento também exige atenção quando o assunto é higiene, principalmente nos casos de uso compartilhado entre passageiros, entregadores, mototaxistas e até familiares.
O contato direto com pele e cabelo faz com que o interior dos equipamentos acumule resíduos, suor, oleosidade e poluição, criando um ambiente propício para proliferação de fungos, bactérias e outros microrganismos. “O crescimento da mobilidade sobre duas rodas e dos aplicativos de entrega aumentou também o compartilhamento de capacetes. Por isso, a higienização deixou de ser apenas uma questão de conforto e passou a ser um cuidado importante com a saúde”, afirma Antony Fedlallah, CEO da PitCap, rede de vending machine de higienização de capacetes.
O executivo destaca alguns cuidados essenciais para garantir a limpeza correta e aumentar a durabilidade dos equipamentos.
Limpeza especializada: higienizar periodicamente com certeza faz toda diferença para o bem-estar dos motociclistas, pois elimina resíduos acumulados no interior. Além de reduzir odores desagradáveis, a limpeza correta também evita a proliferação de fungos e bactérias que podem causar irritações na pele e no couro cabeludo, alergias e até desconfortos respiratórios. Nos casos de uso compartilhado, o recomendado é que o processo seja feito com frequência ainda maior, pelo menos uma vez ao mês.
Cuidado com o armazenamento: Após o uso, principalmente em dias quentes, é importante arejar antes de guardar. Ao acumular umidade, o revestimento cria um ambiente propício a mofo e mau cheiro. Deixe o capacete tomar um ar pelo menos 30 minutos antes de armazená-lo e dê preferência para locais ventilados.
Proteção interna: Quando diferentes pessoas utilizam o equipamento, o uso de toucas descartáveis é uma boa opção. Isso ajuda a minimizar o contato direto com o suor, cabelo e oleosidade, reduzindo os riscos de contaminação e prolongando a limpeza interna por mais tempo.
“A higienização profissional deixou de ser um diferencial e passou a fazer parte do cuidado básico com saúde e segurança. Atualmente, já existem máquinas especializadas que realizam esse processo de forma rápida e econômica, ajudando a eliminar resíduos, odores e microrganismos sem comprometer a estrutura do equipamento”,completa Antony.
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