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Dr. Igor Padovesi se destaca como referência brasileira em cirurgias íntimas com publicações científicas e prêmios internacionais
Por Divulgação

Dr. Igor Padovesi se destaca como referência brasileira em cirurgias íntimas com publicações científicas e prêmios internacionais

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 23 de junho de 2026

Fundador do Instituto de Cirurgia Íntima, ginecologista é reconhecido por técnica autoral de ninfoplastia indolor em consultório, realizada sob anestesia local, além da formação de médicos em todo o país

Nos últimos anos, a cirurgia íntima feminina deixou de ser tabu e passou a ocupar espaço na mídia, nos consultórios médicos e em congressos internacionais. Mas, à medida que o assunto ganha visibilidade, também cresce a necessidade de diferenciar o que é informação séria do que é banalização de um procedimento que exige conhecimento anatômico, técnica refinada, indicação adequada e responsabilidade médica. Nesse cenário, o ginecologista Dr. Igor Padovesi se consolidou como uma das principais referências brasileiras em cirurgias íntimas femininas, uma área que ainda conta com poucos profissionais altamente especializados.

“Cirurgia íntima feminina não pode ser tratada como tendência. É uma área que envolve anatomia delicada e possui profundo impacto na autoestima e na sexualidade da mulher. Por isso, exige técnica, experiência, escuta, acolhimento, ética e treinamento adequado”, afirma o Dr. Igor Padovesi, reconhecido internacionalmente por sua atuação científica na área, com trajetória que inclui dois prêmios internacionais, várias apresentações em congressos mundiais e formação de médicos em todo o Brasil.

Formado e pós-graduado pela USP, o médico passou a se dedicar de forma mais intensa às ninfoplastias a partir de 2018, destacando-se especialmente pelo desenvolvimento de uma técnica de ninfoplastia que permite sua realização em consultório, com centenas de pacientes já operadas. “Tradicionalmente associada ao centro cirúrgico, à sedação e à estrutura hospitalar, a cirurgia passou por uma evolução técnica que permite, em mãos experientes, sua realização em consultório, com anestesia local, de forma indolor e recuperação mais simples. É uma mudança relevante para as mulheres, pois, além de reduzir a necessidade de estrutura hospitalar e os custos relacionados à internação e à equipe anestésica, permite que a paciente tenha uma experiência mais discreta e confortável. Ela pode ir sozinha, dirigindo, sem a necessidade de acompanhante. E está liberada logo após o procedimento”, pontua o médico.

Além da experiência com ninfoplastia em consultório, o Dr. Igor Padovesi também desenvolveu uma técnica autoral do procedimento, conhecida como técnica Y ou técnica de Padovesi, para tratar de forma combinada o excesso dos pequenos lábios e a proeminência do capuz clitoriano. Segundo o especialista, esse é um ponto frequentemente negligenciado nas cirurgias íntimas. “Na maioria dos casos, a paciente não apresenta apenas excesso nos pequenos lábios, mas também sobra de pele na região do capuz clitoriano. Quando essa área não é considerada, o resultado pode ficar desproporcional, mesmo que a redução dos pequenos lábios tenha sido realizada”, detalha o ginecologista. Ele ressalta que, na ninfoplastia, não basta apenas tirar tecido. “É preciso entender proporção, função e estética. E a técnica Y foi desenvolvida justamente para tornar esse processo mais seguro e reprodutível, proporcionando um resultado mais harmônico e satisfatório.”

Publicada no International Urogynecology Journal e apresentada em eventos internacionais, a técnica Y consolidou a posição do Dr. Igor como maior referência nacional em cirurgia íntima feminina. O trabalho também lhe rendeu dois prêmios internacionais de primeiro lugar: em 2024, no Congresso Mundial de Ginecologia Estética, realizado na Colômbia; e em 2025, no congresso da International Urogynecological Association (IUGA), em Barcelona. Em 2024, também foi o único médico brasileiro a palestrar sobre esse tema no congresso da IUGA, em Singapura. Mais recentemente, na edição de 2026 do congresso da IUGA, no Rio de Janeiro, apresentou também estudos sobre redução do clitóris após crescimento por uso de hormônios, campo no qual também é considerado referência. “Em medicina, autoridade não se sustenta apenas com visibilidade. Ela precisa estar apoiada em experiência clínica, pesquisa, publicação científica, validação entre pares e capacidade de ensinar outros profissionais com segurança”, afirma.

O ginecologista fundou o Instituto de Cirurgia Íntima, para promover pesquisa e ensino nessa área, e estruturou um método de formação voltado às cirurgias íntimas, especificamente à ninfoplastia em consultório, pelo qual já foi mentor de centenas de médicos no Brasil. “A cirurgia íntima feminina cresceu muito, mas ainda existe uma lacuna importante de formação. Muitos médicos têm interesse no tema, mas poucos tiveram acesso a treinamento estruturado, com base anatômica, técnica padronizada e discussão real de casos. Ensinar essa cirurgia com responsabilidade é também uma forma de proteger as pacientes”, diz o Dr. Igor, que ressalta que a técnica deve estar combinada à escuta e acolhimento. “Há mulheres que convivem por anos com desconforto físico, vergonha, insegurança ou impacto na vida sexual sem encontrar um profissional preparado para acolher e orientar essa demanda.”

A partir dessa extensa atuação, que reúne prática clínica, pesquisa, prêmios internacionais e formação médica, o Dr. Igor Padovesi tem contribuído para elevar o debate sobre cirurgia íntima feminina no Brasil, ajudando a deslocar o tema do campo do tabu e da banalização para uma discussão mais técnica, científica e conectada às queixas reais das pacientes. “Quando falamos em cirurgia íntima, falamos também sobre autoestima, relação com o próprio corpo e sexualidade. É saúde feminina e qualidade de vida, não apenas estética. Por isso, esse tema precisa ser tratado com seriedade, conhecimento técnico e acolhimento”, conclui o ginecologista.

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