A revolução do sachê: como a Fugini antecipou novas formas de consumir

Embalagem pioneira preserva sabor e qualidade dos alimentos e contribui para a redução de resíduos

15 de fevereiro de 2026

A revolução do sachê: como a Fugini antecipou novas formas de consumir

A Fugini foi a pioneira no Brasil ao lançar, em 2004, molhos de tomate em sachê flexível, rompendo com o padrão rígido das embalagens tradicionais.

Além da mudança estética, o novo formato trouxe benefícios concretos: permite extrair 100% do conteúdo, é mais leve e ocupa menos espaço, usa significativamente menos plástico e contribui para um produto final mais acessível ao consumidor.

Em 2010, o formato passa a contemplar a categoria de vegetais, ampliando a eficiência logística e o acesso do consumidor a alimentos de qualidade com menor impacto ambiental.

Hoje, o sachê já é um padrão consolidado no mercado brasileiro, e começou com essa aposta da marca.

A Fugini deu mais um passo à frente, anos depois, com o desenvolvimento do sachê com bico dosador, utilizado hoje em condimentos, molhos e na linha Amendocrem.

Diferentemente do sachê tradicional de corte, o biquinho permite: controle preciso na dosagem, vedação segura após a abertura, menor contato com o ar e mais higiene no uso contínuo.

Isso democratizou o consumo de condimentos de qualidade, como ketchup e maionese, oferecendo uma alternativa acessível ao frasco tradicional. Essa tecnologia cria uma barreira física que reduz a oxidação do produto, ajudando a preservar cor, sabor e qualidade do início ao fim do consumo.

Afinal, o sachê conserva de forma segura?

Sim. A segurança do alimento não está na rigidez da embalagem, mas no processo industrial. A Fugini utiliza dois métodos seguros de conservação: pasteurização e esterilização, técnicas que garantem estabilidade microbiológica e segurança alimentar.

Esses avanços permitiram à empresa evoluir também na formulação dos produtos. Atualmente, 72% do portfólio não possui conservantes adicionados. No caso dos vegetais, a conservação é feita apenas em água. Como não há adição de sal, o líquido pode ser aproveitado em preparações como arroz, sopas e risotos, sem necessidade de descarte.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Fugini.