Como as novas tecnologias estão transformando a saúde ocular e a qualidade de vida

Na cirurgia de catarata, soluções inovadoras ampliam a nitidez e a autonomia no dia a dia

9 de abril de 2026

Como as novas tecnologias estão transformando a saúde ocular e a qualidade de vida

Com o avanço da idade, doenças da retina, glaucoma, degeneração macular e catarata podem causar grande impacto e estão entre as principais causas de baixa visão relacionadas ao envelhecimento.

“Entre todas essas doenças, a catarata é como ruga e cabelo branco: quem viveu o suficiente vai ter”, afirma o oftalmologista Bruno Fontes, professor-adjunto da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e ex-presidente da Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa.

A catarata é a opacificação do cristalino – estrutura do olho que funciona como uma lente e permite a passagem da luz. À medida que o cristalino perde a transparência, a visão se torna mais embaçada, o contraste diminui e cresce a dificuldade para enxergar em ambientes com baixa luminosidade.

Gildo Matuoka, general manager de Surgical Vision da Johnson & Johnson no Brasil, diz que, “durante muitos anos, o tratamento se limitava à remoção da doença”.

Mas, hoje, as tecnologias permitem ir além. Ao mesmo tempo em que a substituição do cristalino restaura a transparência do meio ocular, ela pode ser uma oportunidade de reabilitação visual mais ampla.

Dependendo da lente intraocular escolhida, é possível corrigir os chamados erros refrativos (miopia, hipermetropia e astigmatismo). Há lentes com diferentes tipos de foco, que oferecem visão nítida em diferentes distâncias, capazes de ampliar o campo visual e reduzir a dependência do uso de óculos⁵.

“Hoje, seja mais jovem ou idoso, é inadmissível abrir mão de acuidade visual, de nitidez e de qualidade visual. Até pelas demandas do nosso tempo, um idoso não fica mais em casa, sentado no sofá assistindo à televisão”, observa Matuoka.

Tipos de lente

Como a cirurgia de catarata só é realizada uma vez na vida, a escolha da técnica cirúrgica e do tipo de lente deve ser cuidadosa e individualizada. Essa decisão envolve critérios médicos e também o estilo de vida do paciente, como hábitos de leitura, uso de telas e demandas visuais no trabalho e no lazer.

“Antes, a preocupação era sobre ser cego ou não. Hoje, o objetivo passou a ser melhorar a qualidade visual, minimizando a necessidade do uso de óculos, lentes e outros corretores, possibilitando total autonomia visual”, conclui Bruno Fontes.

Nova tecnologia revoluciona o conceito de lente intraocular

Restaurar a visão da maneira mais próxima à do funcionamento natural do olho é o princípio que orienta o desenvolvimento das lentes intraoculares TECNIS. Há mais de 25 anos, a marca investiga como o olho humano capta a luz, ajusta o foco e se adapta a diferentes distâncias, e transforma esse conhecimento em soluções.

O design das lentes de alta tecnologia combina ciência de materiais e engenharia de precisão para curar a catarata e, ao mesmo tempo, corrigir erros de refração. O resultado é uma visão mais estável, com melhor contraste e equilíbrio visual, aspectos essenciais para atividades cotidianas.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Johnson & Johnson.