Estadão Blue Studio - Novo desafio dos empreendedores não é ter tecnologia — é saber usá-la

Novo desafio dos empreendedores não é ter tecnologia — é saber usá-la

Saída passa por buscar caminhos que transformem inteligência artificial em produtividade

9 de julho de 2026

Novo desafio dos empreendedores não é ter tecnologia — é saber usá-la

Dados do Sebrae mostram que, apenas em 2025, mais de 5 milhões de empresas foram abertas no País, sendo cerca de 96% delas pequenos negócios.

E essas novas empresas nascem cada vez mais enxutas, com equipes reduzidas e forte dependência da tecnologia para ganhar produtividade desde os primeiros dias de operação.

Ainda segundo levantamento da Sebrae, 76% das micro e pequenas empresas já utilizam computadores em suas atividades, o maior índice da série histórica. O avanço da digitalização muda o foco da discussão: mais importante do que possuir tecnologia é saber utilizá-la de forma estratégica.

Ricardo Kamel, diretor-geral da HP Inc. Brasil, na sede da empresa em São Paulo. Foto: Reprodução/Estadão Blue Studio

“A pergunta deixou de ser ‘eu tenho as ferramentas certas?’ e passou a ser ‘estou usando essas ferramentas da melhor forma possível?’”, afirma Ricardo Kamel, diretor-geral da HP Inc. Brasil.

Segundo o executivo, a inteligência artificial representa a próxima etapa dessa transformação justamente porque permite automatizar tarefas, organizar informações e apoiar decisões de forma mais rápida. “O próximo salto de competitividade não virá do acesso à tecnologia, mas da qualidade do uso que fazemos dela.”

Essa mudança acompanha uma transformação no perfil do empreendedor brasileiro. Empresas nascem digitais, trabalham de forma distribuída e precisam entregar resultados rapidamente, mesmo sem a estrutura de grandes corporações.

Para Kamel, democratizar o acesso a recursos antes restritos às empresas de maior porte tornou-se um dos principais desafios da indústria de tecnologia.

“Recursos como inteligência artificial, segurança embarcada e ferramentas de produtividade não podem ser privilégio das grandes empresas. O empreendedor moderno não precisa de uma grande estrutura para competir; precisa da tecnologia certa para crescer.”

Se antes o foco estava na venda de computadores e impressoras, cresce a demanda por soluções capazes de integrar produtividade, colaboração, segurança e inteligência artificial.

A própria HP é um exemplo dessa transformação. Conhecida durante décadas principalmente pelas impressoras, a empresa ampliou seu portfólio para reunir notebooks, computadores, periféricos e soluções de inteligência artificial voltadas ao ambiente corporativo.

A estratégia, segundo Kamel, é oferecer um ecossistema integrado para quem trabalha de forma presencial, remota ou híbrida. “O cliente não quer comprar um equipamento. Ele quer resolver um desafio de negócio”, resume.

Na prática, isso significa incorporar recursos de inteligência artificial diretamente nos computadores para automatizar tarefas, reforçar a segurança dos dados e acelerar atividades que antes dependiam exclusivamente de processamento em nuvem.

Segundo Kamel, executar parte dessas funções no próprio equipamento oferece respostas mais rápidas e maior controle sobre informações sensíveis.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de HP Inc. Brasil.