Nova temporada dos torneios First, promovidos pelo Sesi, terá desafios sobre biodiversidade e deve reunir cerca de 2,5 mil estudantes de todo o País
29 de setembro de 2026
O Serviço Social da Indústria (Sesi) lança neste mês a temporada 2026/2027 do torneio de robótica First Brasil.
São esperados cerca de 2,5 mil estudantes das cinco regiões do País participem dos torneios promovidos no Brasil, classificatórios para o mundial da First, realizado nos Estados Unidos.
A proposta é partir de uma estratégia de aprendizagem ativa, em que o aluno aprende fazendo, tentando, corrigindo erros e aperfeiçoando, a competição traz, na nova edição, desafios inéditos inspirados no tema da biodiversidade.
“O que o Sesi faz, e que acaba sendo muito conectado com a robótica, é estimular cada vez mais os nossos alunos a identificarem problemas e buscarem resoluções”, diz Paulo Mól, diretor-superintendente do Sesi. “É programação com intenção.”
Para o executivo, a robótica não se resume a montar e programar robôs – é preciso pesquisar, criar estratégias, testar possibilidades, lidar com erros e trabalhar em equipe, o que contribui para desenvolver a capacidade crítica e analítica dos estudantes.
O método aplicado pelo Sesi indica que o ensino prático de disciplinas conhecidas em inglês pela sigla Steam (ciências, tecnologia, engenharia, artes e matemática) impacta diretamente a formação integral dos alunos.
O método coloca o jovem como protagonista, ajuda a reduzir a desigualdade de acesso ao conhecimento tecnológico e desperta o interesse por essas áreas. As competições, por sua vez, buscam fortalecer a conexão entre educação, economia, mercado de trabalho e indústria.
A trajetória do Sesi com a robótica começou em 2006, quando a instituição passou a implementar o programa de forma pioneira em suas escolas. Em 2012, assumiu a operação oficial dos programas da First no Brasil e passou a promover os festivais da organização internacional no País.
Desde então, mais de 45 mil estudantes de escolas da rede Sesi e de outras instituições públicas e privadas participaram dos torneios de robótica, colocando seus estudos e conhecimentos à prova. A cada temporada, mais equipes entram na disputa, ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo uma comunidade nacional dedicada à ciência, à tecnologia e à inovação.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de CNI.
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