Com trilhas, cachoeiras e cânions, Minas Gerais oferece muitas opções para o turismo de natureza

Cidades como Capitólio, São Roque de Minas e Aiuruoca estruturam suas economias a partir da preservação ambiental e da valorização de experiências ligadas ao território

21 de abril de 2026

Com trilhas, cachoeiras e cânions, Minas Gerais oferece muitas opções para o turismo de natureza

Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga são os três biomas pelos quais estão distribuídas as 95 unidades de conservação estaduais de Minas Gerais e as 16 federais.

Parte do patrimônio do Estado, que reúne uma das maiores redes estaduais de unidades de conservação do País, está aberta à visitação em 55 parques naturais, que, juntos, protegem mais de um milhão de hectares.

Um dos exemplos é a Reserva da Biosfera da Cordilheira do Espinhaço, reconhecida pela Unesco em 2005 e um modelo de como a conservação e o desenvolvimento podem caminhar juntos.

A área integra o programa Homem e a Biosfera (MaB), que reúne territórios estratégicos no mundo voltados ao equilíbrio entre proteção ambiental e atividades humanas sustentáveis.

Já Capitólio passou de destino pouco explorado a polo turístico consolidado. Conhecida pelos cânions e pelas águas do Lago de Furnas, a cidade viu ser impulsionados atividades como pousadas, restaurantes, serviços náuticos e o comércio local.

Outro destaque é São Roque de Minas, porta de entrada do Parque Nacional da Serra da Canastra. O local possui experiências em trilhas, cachoeiras, observação de fauna e é mais um exemplo de turismo sustentável.

Na região existe a preservação de produtos locais, como o tradicional queijo Canastra. O modo de preparo desse queijo foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial pela Unesco em 2024. É o primeiro produto da cultura alimentar brasileira a ter o título chancelado pela agência da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em Aiuruoca, uma das portas de entrada para o Parque Estadual Serra do Papagaio, localizado na Serra da Mantiqueira, o turismo de natureza se desenvolve com base em uma proposta mais integrada ao território.

Pequenas hospedagens, muitas vezes familiares, convivem com iniciativas de agroecologia e experiências de imersão que conectam o visitante ao modo de vida local. São dezenas de cachoeiras, trilhas e mirantes para quem gosta de fazer trekking e realizar atividades ao ar livre.

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