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O fio que atravessou séculos: Antonela Amaral Giancoli revela a tradição da seda no Lago di Como
Por SAFTEC DIGITAL

O fio que atravessou séculos: Antonela Amaral Giancoli revela a tradição da seda no Lago di Como

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 16 de setembro de 2026

Uma história têxtil iniciada há séculos transformou Como em referência internacional da seda e acrescenta outra camada à descoberta de uma das regiões mais conhecidas do norte da Itália

Muito antes de o Lago di Como se consolidar no imaginário internacional por suas villas, jardins e paisagens entre montanhas, a região já desenvolvia uma relação profunda com a produção têxtil.

Em Como, a história da seda remonta ao século XV e atravessou diferentes etapas de cultivo, manufatura, industrialização, estamparia e desenvolvimento de design. Ao longo do tempo, esse conhecimento ajudou a transformar a cidade e seus arredores em uma das grandes referências italianas do setor.

Para a Benarrivati, aproximar o viajante dessa tradição permite revelar uma dimensão do Lago di Como que não se encontra apenas à beira da água.

Uma história construída entre técnica e criatividade

A tradição sericícola de Como não pode ser resumida a uma única forma de produção. Ao longo dos séculos, o território reuniu diferentes conhecimentos e técnicas ligados ao processamento dos fios, à tecelagem, à tinturaria, à estamparia e, mais tarde, ao desenvolvimento de tecidos destinados à moda e ao design.

Essa trajetória também acompanhou profundas transformações tecnológicas. Antigos equipamentos deram lugar a sistemas industriais cada vez mais sofisticados, enquanto o repertório técnico e artístico desenvolvido na região permaneceu como parte importante de sua identidade.

Na curadoria da Benarrivati, o interesse está justamente em compreender essa continuidade entre patrimônio histórico e produção contemporânea.

“Quando falamos do Lago di Como, é muito fácil pensar primeiro nas villas e na paisagem. A seda acrescenta outra perspectiva porque revela uma região construída também a partir de conhecimento técnico, criatividade e trabalho têxtil. Conhecer essa história muda a maneira como enxergamos Como”, destaca Antonela Amaral Giancoli.

Dos antigos teares ao design contemporâneo

Máquinas históricas, amostras de tecidos, matrizes de impressão, desenhos e instrumentos preservados na região ajudam a reconstruir a evolução da produção sericícola de Como.

O Museo della Seta, por exemplo, reúne um acervo dedicado às diferentes etapas dessa história, do bicho-da-seda ao fio, da estamparia às coleções de moda.

Ao lado desse patrimônio, empresas e profissionais ligados ao setor têxtil mantêm Como inserida em uma cadeia contemporânea em que tecnologia, pesquisa e design convivem com conhecimentos desenvolvidos ao longo de gerações.

Essa combinação é mais interessante do que a ideia de uma tradição simplesmente congelada no passado. A seda permanece relevante justamente porque o território soube reinterpretar seu repertório ao longo do tempo.

Uma nova leitura do Lago di Como

Incluir essa história em um roteiro permite ampliar a experiência para além das margens do lago. Museus, acervos, espaços ligados ao design e, quando disponíveis dentro da curadoria, encontros com profissionais do setor podem apresentar diferentes etapas da cultura têxtil local.

Mais do que observar um tear antigo ou uma peça acabada, o interesse está em compreender a quantidade de conhecimento envolvida na transformação de um fio em tecido, estampa e objeto de moda.

Ao incorporar a tradição da seda à sua curadoria no Lago di Como, a Benarrivati revela uma região em que paisagem e sofisticação também estão ligadas a séculos de inovação têxtil. Por trás de uma das imagens mais reconhecidas da Itália existe uma história feita de técnica, criatividade e design que continua a participar da identidade de Como.

Sobre a Benarrivati

Fundada e liderada por Antonela Amaral Giancoli, a Benarrivati é uma holding de viagens de alto padrão especializada em desenhar jornadas sob medida pelo solo europeu e africano. Com operação própria e equipes de concierges locais, a companhia elimina intermediários para garantir segurança jurídica, transparência financeira e discrição inegociável em cada etapa da experiência. Pautada pela ética do relacionamento e pela valorização do tempo, a Benarrivati transforma a hospedagem em propriedades privadas em uma forma de preservar memórias e legados familiares.

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