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Modelo associativo ganha mercado diante da alta dos seguros tradicionais e da expansão da frota nacional
Por SAFTEC DIGITAL

Modelo associativo ganha mercado diante da alta dos seguros tradicionais e da expansão da frota nacional

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 15 de maio de 2026

Proteção veicular cresce no Brasil e atrai atenção de vendedores automotivos, aponta David do Prado
A crescente demanda por alternativas ao seguro tradicional vem impulsionando o crescimento da proteção veicular associativa no Brasil. David do Prado, vendedor no ramo automobilístico há mais de dez anos, observa que o movimento ganhou força especialmente após o aumento expressivo nos custos dos seguros convencionais, pressionados pelo crescimento do número de furtos e roubos de veículos e pela elevação dos preços de peças e mão de obra. Para um segmento que acompanha de perto as mudanças no comportamento do consumidor, a tendência representa tanto uma oportunidade de negócio quanto uma nova variável na equação da venda de veículos.

Números que explicam o crescimento do setor

O mercado de proteção veicular movimenta bilhões de reais por ano no Brasil e conta com dezenas de milhões de veículos associados, segundo estimativas do setor. O crescimento da frota nacional, que ultrapassou 120 milhões de veículos em circulação, alimenta diretamente a demanda por coberturas de proteção, tanto no segmento de seguros regulamentados quanto no modelo associativo. A capilaridade desse mercado, que atinge regiões e perfis de motoristas que o seguro convencional raramente alcança, explica parte expressiva da expansão verificada nos últimos anos.

De acordo com David do Prado, a proteção veicular tem ocupado espaço relevante nas conversas que acompanham a venda de veículos usados, especialmente em transações que envolvem modelos mais antigos ou de maior quilometragem. Para esse perfil de veículo, obter cobertura no mercado segurador tradicional costuma ser oneroso ou inviável, o que torna o modelo associativo uma alternativa concreta e economicamente acessível para o comprador.

Regulação, riscos e perspectivas para o setor

A ausência de regulação específica pela Susep é o principal ponto de atenção para consumidores e para agentes do mercado financeiro que acompanham o segmento. Sem supervisão estatal direta, a qualidade das associações varia de forma significativa, e casos de gestão inadequada ou de descumprimento de contratos têm alimentado debates sobre a necessidade de um marco regulatório para o setor. O Congresso Nacional analisa propostas nesse sentido, e a definição de um modelo de supervisão pode alterar de forma substancial a dinâmica competitiva do mercado.

Conforme analisa David do Prado, a regulação, quando vier, tende a beneficiar as associações que já operam com transparência e governança adequadas, ao mesmo tempo em que pressionam para fora do mercado as operações com estrutura precária. Para o consumidor, um ambiente regulado representa maior segurança jurídica na hora de aderir a um plano de proteção. Para o mercado como um todo, a consolidação do setor pode atrair investidores institucionais e ampliar a capacidade das associações de honrar compromissos em cenários de alta sinistralidade.

Impacto direto nas estratégias de venda de veículos

A oferta de proteção veicular como serviço complementar à venda de um veículo tornou-se um diferencial competitivo relevante para vendedores automotivos. Apresentar ao comprador uma solução de proteção acessível e bem estruturada no momento da aquisição reduz uma das principais objeções pós-compra e contribui para a fidelização do cliente. Vendedores que dominam as características dos principais modelos de proteção disponíveis no mercado agregam valor à negociação sem elevar o custo direto para o comprador.

David do Prado destaca que a parceria entre vendedores automotivos e associações de proteção veicular consolidadas, como a Aproest Proteção Veicular, representa um caminho natural para quem busca ampliar o portfólio de serviços oferecidos ao cliente. À medida que o mercado amadurece e o consumidor se torna mais exigente, a capacidade de entregar uma solução completa passa a ser um critério de diferenciação concreto em um setor cada vez mais competitivo.

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