Gerenciamento de crises ganha espaço na agenda de empresas e governos diante de riscos crescentes, diz Ernesto Kenji Igarashi
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 16 de abril de 2026
Avanço de ameaças operacionais e reputacionais leva organizações a estruturar protocolos mais rigorosos de resposta e prevenção.
Ernesto Kenji Igarashi, criador do Grupo de Armamento e Tiro da Superintendência da PF em São Paulo, evidencia que o gerenciamento de crises tem ganhado relevância na estratégia de empresas e instituições públicas. Isso ocorre diante do aumento da complexidade dos riscos operacionais, reputacionais e de segurança. Eventos não planejados, como falhas operacionais, incidentes de segurança ou ataques coordenados, exigem respostas rápidas e estruturadas para evitar perdas financeiras e institucionais.
Nesse cenário, organizações têm intensificado investimentos em planejamento e protocolos de resposta, com foco na redução de impactos e na continuidade das operações.
Aumento de riscos eleva importância da resposta estruturada
A ampliação de ameaças, que vão de eventos de segurança física a incidentes cibernéticos, tem pressionado empresas e órgãos públicos a adotarem modelos mais robustos de gestão de crises. A ausência de preparo tende a ampliar danos e comprometer a capacidade de reação.
Conforme o especialista em segurança Ernesto Kenji Igarashi, a crise se caracteriza pela necessidade de decisão imediata sob pressão, o que exige preparação prévia e estrutura de comando bem definida. A atuação coordenada permite reduzir incertezas e evitar o agravamento de incidentes, especialmente em contextos de alta exposição.
Setor público prioriza controle e estabilidade institucional
Na esfera pública, o gerenciamento de crises está diretamente associado à manutenção da ordem e à proteção da população. A resposta estatal envolve protocolos que buscam conter o risco e evitar escalada de conflitos. De acordo com Ernesto Kenji Igarashi, a atuação das forças de segurança respeita princípios de proporcionalidade e uso escalonado da força, com prioridade para soluções que reduzam danos.
Empresas ampliam foco em proteção de ativos e reputação
No setor privado, o gerenciamento de crises tem sido incorporado como parte da estratégia de gestão de riscos. Empresas buscam proteger ativos, executivos e imagem institucional diante de um ambiente mais exposto a eventos adversos.
Planos de contingência passaram a incluir desde ameaças físicas até riscos digitais e operacionais, exigindo respostas rápidas e coordenadas. Segundo Ernesto Kenji Igarashi, a velocidade na ativação dos protocolos internos é um dos principais fatores para limitar impactos e garantir a continuidade das operações.
Tomada de decisão sob pressão exige preparo técnico
A gestão de crises depende da capacidade de tomar decisões em cenários de alta pressão e incerteza. Esse processo exige treinamento prévio e estrutura organizacional capaz de responder com agilidade.
A combinação entre tecnologia de monitoramento e análise humana tem sido apontada como diferencial na condução de crises, permitindo respostas mais precisas. Para Ernesto Kenji Igarashi, a experiência e o preparo técnico influenciam diretamente a qualidade das decisões, reduzindo riscos e aumentando a eficácia das ações.
Gestão de crises se consolida como eixo estratégico
O avanço da complexidade dos riscos tem consolidado o gerenciamento de crises como elemento central na governança de empresas e instituições. A capacidade de antecipar cenários e estruturar respostas passou a ser um diferencial competitivo e institucional. A tendência é de maior profissionalização da área, com integração entre planejamento, tecnologia e tomada de decisão.
Por fim, Ernesto Kenji Igarashi enfatiza que a preparação antecipada é o principal fator para o controle de eventos críticos, reforçando a importância de uma cultura organizacional voltada à prevenção e à segurança.
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