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EBS  –  Empresa Brasileira de Saneamento LTDA aponta como a eficiência energética virou prioridade financeira do setor
Por SAFTEC DIGITAL

EBS – Empresa Brasileira de Saneamento LTDA aponta como a eficiência energética virou prioridade financeira do setor

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 17 de julho de 2026

Energia elétrica costuma ser o segundo ou terceiro maior custo de operadores de saneamento no Brasil, atrás apenas da folha de pagamento, e o bombeamento de água responde pela maior fatia dessa conta.

Em sistemas de abastecimento de água que não operam integralmente por gravidade, o bombeamento responde por até 90% do consumo total de energia elétrica da operação. Para empresas de saneamento, essa concentração transforma a conta de luz em uma das variáveis financeiras mais sensíveis do negócio, ao lado da folha de pagamento.

Bombeamento concentra a maior fatia da conta de energia

O consumo elétrico em sistemas de água e esgoto está diretamente ligado à necessidade de recalcar líquidos para pontos mais altos, vencendo distância e desnível entre estações de captação, tratamento e reservatórios. Historicamente, o setor de saneamento já gastou bilhões de reais por ano em energia elétrica no país, um custo que tende a crescer à medida que redes se expandem para atender mais municípios.

Essa concentração de consumo em poucos processos específicos, segundo a EBS – Empresa Brasileira de Saneamento LTDA, é o que faz com que pequenos ganhos de eficiência em bombeamento gerem retorno financeiro desproporcionalmente maior do que iniciativas de economia distribuídas por toda a operação.

Tecnologia de gestão comercial conecta consumo, cobrança e eficiência

Softwares de gestão comercial, usados para monitorar consumo, faturamento e desempenho operacional em tempo real, permitem identificar padrões de uso de energia associados a horários de pico, perdas de pressão e ineficiências em equipamentos específicos, antes que se tornem um problema financeiro maior.

Segundo a EBS – Empresa Brasileira de Saneamento LTDA, cruzar dados comerciais com indicadores operacionais e de consumo energético permite priorizar investimentos em eficiência exatamente onde o retorno financeiro é mais rápido, em vez de distribuir recursos de forma genérica entre diferentes frentes de melhoria.

Casos reais mostram economia na casa dos milhões

Iniciativas de eficiência energética já registraram resultados concretos no setor: uma companhia estadual de saneamento obteve economia de R$ 12,8 milhões em um único ano ao priorizar fontes renováveis em suas unidades operacionais, com redução média de 25% no custo de energia por projeto. Em outro caso, a simples instalação de um inversor de frequência em um conjunto motor-bomba gerou economia de R$ 107 mil ao ano, com retorno do investimento em apenas quatro meses.

Para a EBS – Empresa Brasileira de Saneamento LTDA, esse tipo de retorno rápido é o que justifica tratar eficiência energética como prioridade de investimento, e não como iniciativa de sustentabilidade de retorno indireto ou de longo prazo.

Biogás como fronteira adicional de redução de custo

Além da eficiência no consumo, estações de tratamento de esgoto no Brasil já produzem biogás a partir da decomposição de matéria orgânica, insumo que pode ser convertido em eletricidade ou calor para uso na própria operação. Uma estação pioneira no país chegou a produzir cerca de 8 mil metros cúbicos normais de biogás por dia, volume suficiente para abastecer parte relevante da demanda energética do próprio processo de tratamento.

A EBS – Empresa Brasileira de Saneamento LTDA acompanha esse tipo de tecnologia como parte de uma tendência mais ampla do setor: transformar um subproduto antes descartado ou simplesmente queimado em uma fonte adicional de receita ou de economia direta de energia, reduzindo a dependência da rede elétrica convencional.

Para operadores que ainda tratam energia elétrica como custo fixo inevitável, o conjunto dessas experiências sugere um caminho distinto: mapear com precisão onde o consumo se concentra, priorizar investimentos nos pontos de maior retorno e considerar subprodutos do próprio processo de tratamento como fonte adicional de eficiência, em vez de tratá-los apenas como resíduo a ser descartado.

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