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Consórcio ou financiamento: Tiago Oliva Schietti compara os custos e prazos na compra de um imóvel
Por SAFTEC DIGITAL

Consórcio ou financiamento: Tiago Oliva Schietti compara os custos e prazos na compra de um imóvel

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 25 de agosto de 2026

Empresário avalia como uma comparação entre custo total, prazo e flexibilidade orienta a escolha entre um consórcio ou financiamento imobiliário.

Os consórcios e os financiamentos seguem concorrendo pela preferência de quem planeja comprar um imóvel no Brasil. O empresário Tiago Oliva Schietti indica que a decisão entre as duas modalidades passa por variáveis concretas: custo total da operação, prazo até o acesso ao bem e grau de flexibilidade financeira ao longo do contrato. A comparação entre esses três pontos revela em que cenário cada modalidade tende a se mostrar mais vantajosa para o comprador, e por que o valor da parcela mensal, isolado, não é suficiente para orientar essa escolha.

Consórcio ou financiamento: qual pesa menos no bolso do comprador?

O financiamento imobiliário envolve juros cobrados pelo banco, além de taxas administrativas e seguros obrigatórios ao longo de todo o contrato. Esse custo cresce conforme o prazo se estende, já que os juros incidem sobre o saldo devedor mês a mês. Somado a isso, o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) impõem regras próprias de correção que também afetam o valor final pago. Esse formato tende a resultar em um custo total mais alto, sobretudo em contratos com prazos longos.

O consórcio, por sua vez, não cobra juros sobre o valor da carta de crédito. A taxa de administração incide sobre esse valor e costuma ser diluída ao longo da duração do grupo, junto ao fundo de reserva. Tiago Oliva Schietti destaca, nesse quesito, que essa ausência de juros reduz o custo total da aquisição, o que torna o consórcio competitivo para quem não tem urgência em usar o imóvel e pode planejar a compra com mais tempo de antecedência.

Como os prazos influenciam na decisão entre as duas modalidades?

No financiamento, o acesso ao imóvel ocorre de forma praticamente imediata, após a aprovação do crédito e a assinatura do contrato. O comprador passa a habitar ou alugar o bem enquanto ainda paga as parcelas, o que reduz o tempo de espera até a posse.
Conforme ressalta Tiago Oliva Schietti, essa rapidez costuma pesar a favor do financiamento em decisões que envolvem um prazo curto ou necessidade imediata de moradia.

Já o consórcio depende de sorteio ou lance para a contemplação, sem data garantida de acesso à carta de crédito. Esse formato exige planejamento de médio a longo prazo e maior tolerância à incerteza sobre o momento exato da aquisição. Portanto, quem entra em um grupo de consórcio precisa considerar que o cronograma de contemplação foge do próprio controle, o que muda o cálculo de risco em relação ao financiamento.

A flexibilidade é o fator que diferencia consórcio e financiamento?

A flexibilidade financeira também separa as duas modalidades ao longo do contrato. No consórcio, o participante pode antecipar a contemplação por meio de lances, ajustando o ritmo conforme a disponibilidade de capital naquele momento. Também é possível usar recursos como FGTS ou bens próprios como parte do lance, o que amplia as alternativas de quem busca antecipar o acesso ao imóvel, pontua Tiago Oliva Schietti, empresário.

O financiamento, em contrapartida, oferece previsibilidade nas parcelas, mas menor margem para adaptação sem custos extras, como multas por amortização fora do previsto em contrato. Entre os pontos que costumam pesar na escolha entre as duas modalidades, destacam-se:

-Disponibilidade de capital para entrada ou lance inicial;

-Urgência real para ocupar ou usar o imóvel;

-Tolerância a variações no prazo de acesso ao bem;

-Perfil de renda e capacidade de honrar parcelas fixas ao longo dos anos.

Esses critérios ajudam a situar o comprador diante das duas alternativas antes de fechar contrato. Desse modo, a análise conjunta desses fatores, e não apenas do valor isolado da parcela mensal, tende a evitar decisões precipitadas e mal ajustadas à realidade financeira de cada família.

O que pesa mais na balança na hora de decidir?

A escolha entre consórcio e financiamento não segue uma regra única, já que depende do perfil financeiro e do horizonte de tempo de cada comprador. Custo total, prazo de acesso e flexibilidade formam um conjunto de variáveis que precisa ser avaliado em conjunto, não isoladamente.

Assim sendo, para quem tem urgência em ocupar o imóvel e capacidade de arcar com juros, o financiamento tende a se justificar. Para quem pode esperar a contemplação e prioriza reduzir custos, o consórcio costuma compensar mais. Tiago Oliva Schietti sintetiza que a modalidade mais vantajosa é sempre aquela que melhor se ajusta à realidade financeira de quem compra, e não a que parece mais barata isoladamente no papel.

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