Comércio eletrônico bate recorde de faturamento no Brasil e se consolida como canal estratégico para empresas como a Lirius Suplementos
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 23 de julho de 2026
Setor deve movimentar R$ 259,8 bilhões até o fim de 2026, segundo a Abiacom, e amplia peso entre companhias de bens de consumo que apostam em vendas diretas ao consumidor como parte da estratégia financeira do negócio.
O comércio eletrônico brasileiro segue em trajetória de expansão consistente. Segundo a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-Commerce, o setor faturou R$ 235,5 bilhões em 2025, alta de 15,3% em relação ao ano anterior, e deve chegar a R$ 259,8 bilhões neste ano. A projeção considera um ticket médio de R$ 562,15 e mais de 460 milhões de pedidos ao longo de 2026, números que reforçam o peso crescente do canal digital na receita de empresas de diferentes setores da economia.
Esse crescimento também aparece entre companhias de bens de consumo voltadas à saúde e ao bem-estar, segmento em que negócios com estrutura de venda direta ao consumidor final passaram a ocupar posição relevante. Entre essas empresas está a Lirius Suplementos, companhia nacional de suplementação alimentar que estruturou parte de sua operação em torno de canais próprios de distribuição.
Comércio eletrônico projeta novo recorde de faturamento em 2026
Depois de um ciclo de maturação iniciado ainda durante a pandemia, o e-commerce brasileiro entra em uma fase de crescimento mais seletivo, orientado por eficiência operacional e uso intensivo de dados. Segundo a Abiacom, o país deve registrar cerca de 97 milhões de compradores digitais neste ano, volume que confirma a consolidação do canal como parte estrutural do consumo nacional, e não mais como alternativa complementar ao varejo físico.
Esse movimento também altera a forma como empresas de bens de consumo planejam sua estratégia financeira. Companhias que dependiam quase exclusivamente de intermediários passam a direcionar parte relevante do investimento para canais próprios de venda, o que impacta diretamente margem, previsibilidade de receita e relacionamento direto com o consumidor final.
Consumo digital de produtos de saúde e bem-estar ganha participação relevante
Dentro desse cenário, categorias ligadas à saúde e ao bem-estar vêm ampliando espaço no comércio eletrônico nacional. O crescimento acompanha o avanço mais amplo do interesse por autocuidado entre os consumidores brasileiros, o que se traduz em recorrência de compra em categorias como suplementação alimentar, historicamente menos digitalizadas do que outros segmentos de consumo.
Para empresas desse setor, a venda direta pela internet representa uma forma de captar esse consumidor de maneira mais eficiente, sem depender integralmente de redes físicas de distribuição. A companhia paulistana Lirius Suplementos figura entre as marcas que consolidaram essa frente de vendas como parte central da operação, hoje com atuação em todo o território nacional a partir dessa estrutura.
Vendas diretas ao consumidor se tornam estratégia financeira do setor
A adoção de canais próprios de comércio eletrônico deixou de ser apenas uma decisão operacional e passou a compor a própria estratégia financeira das empresas de bens de consumo. Ao vender diretamente ao consumidor final, companhias reduzem custos de intermediação e ganham acesso a dados de comportamento de compra que auxiliam decisões futuras de portfólio e precificação.
Esse modelo também favorece maior previsibilidade de receita, elemento relevante para empresas em fase de expansão nacional. A Lirius, que registra uma média informada de aproximadamente 3.220 pedidos mensais, exemplifica esse tipo de operação estruturada em torno da venda direta, com escala suficiente para sustentar presença em diferentes regiões do país sem depender de uma rede extensa de distribuidores.
Escala nacional via canal próprio reduz dependência de intermediários
A expansão do comércio eletrônico também redefine a lógica de crescimento geográfico de empresas de bens de consumo. Historicamente, alcançar o mercado nacional dependia de acordos comerciais com distribuidores regionais. Hoje, negócios estruturados em torno de canais digitais próprios conseguem atingir consumidores em diferentes estados sem essa camada intermediária, o que altera a equação de custos e velocidade de expansão.
Esse modelo de operação tende a beneficiar especialmente empresas que nasceram já pensando em atuação nacional desde a fundação, caso da marca de suplementos citada anteriormente, hoje presente em todo o território brasileiro a partir de uma estrutura de vendas direcionada ao consumidor final.
Comércio eletrônico consolida novo padrão financeiro para empresas de consumo
Os dados do setor confirmam que o comércio eletrônico deixou de ser um canal alternativo e passou a compor parte estrutural da estratégia financeira de empresas de bens de consumo no Brasil. Esse movimento tende a se intensificar nos próximos anos, à medida que mais companhias direcionam investimento para canais próprios de venda como forma de sustentar crescimento com maior previsibilidade de receita.
Empresas que consolidaram a venda direta ao consumidor como parte central da operação, caso da Lirius Suplementos, tendem a sustentar esse tipo de expansão nacional com maior previsibilidade financeira nos próximos ciclos de crescimento do setor.
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