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Área tech em 2026: O empresário Luciano Colicchio Fernandes revela que o 5G, a nuvem e a IA são essenciais para a competitividade no setor!
Por SAFTEC DIGITAL

Área tech em 2026: O empresário Luciano Colicchio Fernandes revela que o 5G, a nuvem e a IA são essenciais para a competitividade no setor!

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 30 de junho de 2026

Aceleração digital no Brasil exige que empresas transformem investimentos em tecnologia em valor estratégico, com foco em dados, segurança e conectividade de alta performance.

Luciano Colicchio Fernandes, empresário, indica que a transformação digital no Brasil segue em ritmo acelerado, com projeções de investimentos que somam R$ 666 bilhões entre 2023 e 2026 em soluções como digitalização, computação em nuvem e inteligência artificial.

Este cenário, marcado por um crescimento de 18,5% no mercado de TI brasileiro em 2025, superando a média global, posiciona a tecnologia não apenas como um suporte, mas como o cerne da estratégia corporativa. O grande desafio para as organizações em 2026 é converter esse volume de investimento em valor estratégico tangível, integrando infraestrutura, dados e segurança de forma coesa.

O 5G é a chave para desbloquear inovações que mudarão o seu dia a dia

O 5G emerge como um catalisador fundamental para a transformação digital, indo muito além da mera velocidade de conexão. Luciano Colicchio Fernandes demonstra que a conectividade de alta performance do 5G é a base sobre a qual tecnologias como computação em nuvem, edge computing e Internet das Coisas (IoT) podem operar em sua plenitude.

Setores como saúde, agronegócio, logística e manufatura já colhem resultados concretos dessa transição. No agronegócio brasileiro, o 5G viabiliza o uso de drones autônomos para mapeamento de lavouras e otimização de insumos com precisão inédita, demonstrando o potencial do país para se tornar um dos casos de uso mais emblemáticos globalmente.

Investir na nuvem é a chave para o sucesso do seu negócio

A migração para ambientes de computação em nuvem consolidou-se como um movimento estratégico indispensável para a agilidade empresarial. A nuvem oferece a flexibilidade necessária para que empresas de todos os portes acessem recursos de armazenamento e processamento escaláveis, convertendo despesas fixas em custos variáveis alinhados à demanda real.

Luciano Colicchio Fernandes retrata essa adaptabilidade como algo crucial em um mercado que exige respostas rápidas e capacidade de expansão. Além da eficiência financeira, a nuvem impacta diretamente a segurança e a continuidade dos negócios. Nesse sentido, grandes provedores investem continuamente em criptografia, autenticação avançada e monitoramento em tempo real, oferecendo um nível de proteção que a maioria das empresas não conseguiria replicar com infraestrutura própria.

A Inteligência Artificial e o Big Data podem impulsionar suas decisões estratégicas

A inteligência artificial (IA) e o Big Data são forças motrizes que, quando combinadas, transformam o acúmulo de informações em um poderoso motor de decisões estratégicas. O valor do Big Data não reside no volume de informações, mas na capacidade de conectá-las a problemas reais de gestão, operação e mercado. O empresário Luciano Colicchio Fernandes destaca que, sem objetivos claros e métricas consistentes, o excesso de dados pode gerar ruído e decisões pouco precisas.

A IA, por sua vez, posiciona-se como a principal força transformadora das operações empresariais em 2026, oferecendo automação de tarefas e capacidade preditiva. No entanto, sua eficácia depende diretamente da qualidade dos dados que a alimentam e de uma infraestrutura robusta. A implementação bem-sucedida da IA exige uma cultura organizacional capaz de testar soluções, validar hipóteses e integrar os resultados à rotina de gestão.

Fortaleça sua rede com as melhores práticas de cibersegurança

Com a crescente digitalização, a cibersegurança tornou-se uma pauta crítica para gestores e lideranças. Luciano Colicchio Fernandes revela que os ataques cibernéticos estão mais sofisticados, frequentes e custosos do que nunca. Em 2026, ameaças como ransomware e o comprometimento de identidades digitais representam riscos financeiros e reputacionais significativos. O ransomware, por exemplo, evoluiu para um modelo de dupla extorsão, expondo dados sensíveis antes mesmo do bloqueio.

A abordagem tradicional de segurança já não é suficiente. É fundamental que as empresas priorizem uma cultura de segurança contínua, investindo em monitoramento ativo, análise comportamental de acessos e gestão rigorosa de identidades. A cadeia de fornecedores digitais, muitas vezes um ponto cego, também se tornou um vetor de risco, exigindo que a gestão de risco de terceiros seja um processo contínuo e estruturado.

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