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Antonela Giancoli mostra como a Benarrivati propõe outra leitura de Veneza
Por SAFTEC DIGITAL

Antonela Giancoli mostra como a Benarrivati propõe outra leitura de Veneza

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 1 de outubro de 2026

Embarcações particulares, fachadas voltadas para os canais e palazzos históricos ajudam a compreender uma cidade cuja arquitetura foi construída em diálogo permanente com a água

Em Veneza, a forma de chegar também pode fazer parte da experiência. Em vez de tratar os canais apenas como cenário entre uma visita e outra, Antonela Giancoli, fundadora da Benarrivati, considera que percorrer a cidade pela água ajuda a compreender uma lógica urbana que não encontra equivalente em outras partes da Itália.

Em determinados roteiros, embarcações particulares podem entrar nessa construção, tanto nos deslocamentos quanto na aproximação a hotéis, restaurantes e edifícios que possuem acesso pelos canais. O interesse não está simplesmente em evitar o transporte público, mas em perceber Veneza a partir da perspectiva para a qual grande parte de sua arquitetura foi concebida.

Palazzos que apresentam sua fachada para a água

Durante séculos, chegar de barco fazia parte da rotina das grandes residências venezianas. Alguns dos palazzos mais importantes apresentam entradas monumentais voltadas diretamente para os canais, revelando a importância da água na circulação de pessoas e mercadorias.

No Ca’ Rezzonico, por exemplo, a entrada principal originalmente ficava no Grande Canal. Em outras construções históricas, fachadas, portões e salões também evidenciam essa relação entre representação social e chegada aquática.

Para a Benarrivati, observar esses elementos ajuda a tirar o palazzo da condição de simples edifício bonito e colocá-lo dentro da maneira como Veneza funcionava.

A embarcação muda a perspectiva da cidade

Do nível da água, detalhes que passam despercebidos durante uma caminhada pelas calli ganham outra proporção. Fachadas, portas, fundações e a sucessão de construções ao longo dos canais podem ser observadas dentro de uma continuidade urbana difícil de perceber por terra.

“Veneza muda quando você entende que a água não está ao redor da cidade, ela faz parte da estrutura da cidade. Chegar de barco, observar as fachadas a partir dos canais e perceber por onde as pessoas entravam nos palazzos ajuda a construir uma leitura completamente diferente do lugar”, afirma Antonela Giancoli.

Essa perspectiva pode ser especialmente interessante para quem retorna a Veneza e procura uma maneira menos automática de revisitar uma cidade já conhecida.

Nem todo palazzo precisa ser privado para ser especial

Há antigas residências patrícias que hoje funcionam como museus, instituições culturais, hotéis ou outros espaços acessíveis ao público. Palazzo Mocenigo e Ca’ Rezzonico, por exemplo, preservam elementos importantes da arquitetura residencial veneziana e ajudam a compreender diferentes momentos da história da cidade.

Na curadoria da Benarrivati, o interesse pode estar justamente em selecionar quais edifícios fazem sentido para cada percurso, sem depender da promessa de abrir uma residência inacessível aos demais visitantes.

O contexto histórico, a arquitetura e a maneira de chegar podem acrescentar profundidade suficiente à visita.

A água também interfere na logística

Em Veneza, condições de maré fazem parte da rotina da cidade. O município mantém previsões atualizadas e sistemas de alerta para períodos de maré elevada, que podem modificar temporariamente alguns percursos e serviços.

Essa informação pode ser incorporada ao planejamento dos deslocamentos, assim como horários, localização da hospedagem e movimento esperado em diferentes partes da cidade.

Para Antonela Giancoli, é nesse conjunto de escolhas que a Benarrivati encontra outra maneira de apresentar Veneza. Não pela promessa de uma cidade vazia ou de portas secretas, mas por uma leitura que começa reconhecendo aquilo que sempre definiu sua forma de existir: a água.

Sobre a Benarrivati

Fundada e liderada por Antonella Giancoli, a Benarrivati é uma holding de viagens de alto padrão especializada em desenhar jornadas sob medida pelo solo europeu e africano. Com operação própria e equipes de concierges locais, a companhia elimina intermediários para garantir segurança jurídica, transparência financeira e discrição inegociável em cada etapa da experiência. Pautada pela ética do relacionamento e pela valorização do tempo, a Benarrivati transforma a hospedagem em propriedades privadas em uma forma de preservar memórias e legados familiares.

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