Grupo Stefanini adapta o “mil ao contrário” do CNPJ em tempo recorde com inteligência artificial
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 3 de agosto de 2026
Solução da consultoria tech global é capaz de gerar relatórios de impacto em minutos e acelerar projetos de adequação à nova regulamentação da Receita Federal
São Paulo, julho de 2026 – O “0001”, conhecido popularmente como o “mil ao contrário” e presente há décadas no CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) das empresas brasileiras, está prestes a desaparecer. A mudança faz parte da implementação do novo modelo de CNPJ alfanumérico da Receita Federal, que mistura letras e números e está previsto para entrar em vigor a partir deste mês. O novo formato substituirá o padrão exclusivamente numérico a fim de ampliar a quantidade de registros disponíveis no país e mobilizar empresas diante da necessidade de adaptar sistemas críticos.
Embora a alteração pareça simples, o impacto técnico tende a ser amplo, principalmente em estruturas tecnológicas construídas ao longo de décadas. É nesse cenário que o Grupo Stefanini, consultoria tech global com mentalidade AI-First, atua para apoiar seus clientes e parceiros com modernas soluções baseadas em sua plataforma SAI 3.0 (Stefanini Artificial Intelligence).
A solução já foi aplicada com sucesso em uma empresa do segmento de tecnologia fiscal e conformidade tributária, setor diretamente impactado pelas mudanças relacionadas ao novo CNPJ alfanumérico. O projeto envolveu a análise de um ambiente altamente complexo, com mais de 20 mil arquivos, 665 módulos e 2,5 milhões de linhas de código, distribuídos em diferentes aplicações e dependências. Com uso da plataforma proprietária de inteligência artificial do Grupo Stefanini, foi possível concluir a entrega com redução de aproximadamente 93% do esforço operacional que seria necessário sem seu uso, permitindo acelerar significativamente uma etapa que tradicionalmente demandaria semanas de análise especializada.
Fábio Caversan, CTO global do Grupo Stefanini, explica que a ferramenta foi desenvolvida para ampliar a capacidade de análise em ambientes corporativos complexos, combinando IA generativa, leitura automatizada de código e inteligência analítica para apoiar processos de modernização tecnológica. Segundo ele, o diferencial está na capacidade de interpretar grandes volumes de aplicações, identificar dependências ocultas e antecipar impactos técnicos em projetos críticos.
“O uso da inteligência artificial veio para transformar o modo como empresas lidam com a modernização de sistemas. O SAI 3.0 foi desenvolvido para compreender ambientes corporativos complexos, mapear relações entre aplicações e identificar automaticamente pontos de impacto em mudanças tecnológicas ou regulatórias. No caso do CNPJ alfanumérico, a plataforma permitiu analisar rapidamente um ambiente altamente integrado e estruturar um plano de adaptação com mais previsibilidade, precisão e segurança operacional”, afirma.
Em outro projeto, o Grupo adaptou o sistema do cliente ao novo formato em apenas três dias, desde a etapa inicial de entendimento até a entrega final das alterações necessárias para atender ao novo modelo regulatório. Durante o processo, a plataforma SAI 3.0 apoiou a identificação de dependências, a geração de relatórios de impacto e a execução das adaptações necessárias no ambiente do cliente, demonstrando como inteligência artificial e automação podem reduzir significativamente a complexidade operacional associada a mudanças regulatórias.
Para Rodrigo Stefanini, CEO Latam e Espanha do Grupo Stefanini, a mudança representa um exemplo de como empresas precisarão repensar sua capacidade de adaptação contínua diante de novas exigências regulatórias, operacionais e de mercado.
“O desafio hoje para as empresas é adaptar constantemente seus negócios a novos requisitos regulatórios, tecnológicos e operacionais, e a inteligência artificial pode apoiar na velocidade das entregas, fazendo com que as empresas respondam com maior previsibilidade, segurança e eficiência às transformações cada vez mais frequentes. Esse será um diferencial competitivo importante para organizações que operam em ambientes complexos e altamente regulados”, afirma.
Além dos ganhos operacionais, a companhia destaca que o projeto reforça o potencial da inteligência artificial como ferramenta estratégica para apoiar iniciativas de modernização tecnológica e adequação regulatória. O case passou a servir como referência interna para novas aplicações da plataforma em projetos que envolvem transformação de sistemas legados, conformidade e evolução contínua dos ambientes corporativos.
Sobre o Grupo Stefanini
O Grupo Stefanini é uma consultoria tech global que domina o uso de Inteligência Artificial e cocria soluções sob medida para seus clientes progredirem em sua jornada digital, combinando presença global, ampla expertise técnica e um portfólio completo de serviços. Presente em 46 países, com 23 delivery centers em 5 continentes e mais de 35 mil colaboradores em todo o mundo, a consultoria organiza suas soluções em sete unidades de negócios: Technology, Cyber, Data & Analytics, Financial Tech, Operations, Marketing e Manufacturing, formando um grande ecossistema de inovação que entrega resultados relevantes e duradouros aos seus clientes.
Com diversas plataformas proprietárias de Inteligência Artificial, organizadas principalmente na suíte SAI (Stefanini Artificial Intelligence), o Grupo Stefanini combina dados, automação e IA para impulsionar a transformação de ponta a ponta. O Grupo Stefanini tornou-se referência acadêmica com o case “Criando uma Estratégia de Ecossistema na Era da AI” pela INSEAD e até hoje é estudado em escolas de negócios globais. Para mais informações, acesse stefanini.com.
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