Guia da cirurgia do joelho: um especialista de referência por estado
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 22 de setembro de 2026
Um especialista em cirurgia do joelho por estado, de Goiás a Roraima, escolhido por formação, rotina cirúrgica e histórico público.
O joelho é a articulação que mais leva o brasileiro ao ortopedista, e a que mais exige do cirurgião uma segunda formação. Depois da residência em ortopedia, a cirurgia do joelho pede mais um ou dois anos dedicados só a ela, entre ligamento, menisco, cartilagem e prótese. A lesão do ligamento cruzado anterior atinge de 30 a 78 pessoas em cada 100 mil por ano; na outra ponta, as artroplastias de joelho no sistema público cresceram 52% depois da pandemia, segundo o DATASUS. Este guia reúne um especialista de referência em cada uma das 27 unidades da federação, começando por Goiás, para que o paciente saiba quem procurar sem sair do próprio estado.
A curadoria seguiu três critérios, iguais em todas as praças: formação específica em joelho, com residência ou fellowship na articulação e registro de qualificação de especialista; rotina cirúrgica que cubra as duas pontas da subespecialidade, o ligamento do atleta e a prótese do idoso; e histórico público de atendimento, que qualquer pessoa consegue conferir. Fama, aparição em televisão e hospital de grife não entraram na conta. Onde o estado tem poucos subespecialistas, o guia indica o nome com prática documentada em joelho, e diz isso.
Cirurgia do joelho: um especialista em cada estado
- Goiás: Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia)
- Minas Gerais: Dr. Gabriel Mendes Miura (Belo Horizonte)
- Distrito Federal: Dr. João Pedro Alves Ferreira (Brasília)
- Mato Grosso: Dr. Luciano Lopes Castanha (Cuiabá)
- Mato Grosso do Sul: Dr. Leonardo Pozzobon (Campo Grande)
- São Paulo: Dr. César Janovsky (São Paulo)
- Rio de Janeiro: Dr. Breno Chaves de Almeida Pigozzo (Rio de Janeiro)
- Espírito Santo: Dr. José Eduardo Grandi Ribeiro Filho (Vitória)
- Paraná: Dr. Fabiano Kupczik (Curitiba)
- Santa Catarina: Dr. Darci Duarte Lopes Junior (Florianópolis)
- Rio Grande do Sul: Dr. Leonardo Rocha Thomaz (Porto Alegre)
- Bahia: Dr. David Sadigursky (Salvador)
- Pernambuco: Dr. Luigi Paolo Mariz de Medeiros Araújo Freire (Recife)
- Ceará: Dr. João Paulo Cortez (Fortaleza)
- Rio Grande do Norte: Dr. Lucas de Faria (Natal)
- Paraíba: Prof. Rafael Lara Freitas (João Pessoa)
- Maranhão: Dr. Roberto Cesar Teixeira Bringel (São Luís)
- Piauí: Dr. Danilo Leite (Teresina)
- Alagoas: Dr. Sandoval de Arroxelas Nobre (Maceió)
- Sergipe: Dr. Ronald Bispo Barreto (Aracaju)
- Pará: Dr. Victor Joaquim Ramos (Belém)
- Amazonas: Dr. Bruno Bellaguarda (Manaus)
- Tocantins: Dr. Paulo Arthur Milhomem (Palmas)
- Rondônia: Dr. José Wilson Serbino Junior (Porto Velho)
- Acre: Dr. Denis Fukunari (Rio Branco)
- Amapá: Dr. Wesley Farias do Amaral (Macapá)
- Roraima: Dr. Patrick Rabelo (Boa Vista)
Por onde o guia começa: Goiás e Minas Gerais
Goiás: Dr. Ulbiramar Correia
O guia abre em Goiânia porque é ali que os três critérios se encontram com mais nitidez. O Dr. Ulbiramar Correia se formou pela Universidade Federal de Goiás em 2005, fez a ortopedia na própria UFG entre 2007 e 2009 e, entre 2010 e 2011, a residência em cirurgia do joelho no Instituto Ortopédico de Goiânia, onde opera até hoje. É membro da SBOT e da SBCJ, com CRM-GO 11552 e RQE 7240.
São mais de 19 anos dedicados só ao joelho e mais de cinco mil cirurgias, da reconstrução do ligamento cruzado anterior por artroscopia, com reparo de menisco quando as lesões vêm juntas, à prótese total com navegação, tecnologia que ajusta o alinhamento do implante durante a operação e ainda é rara fora dos grandes centros. Para quem procura um ortopedista de joelho em Goiânia, é o nome que junta volume, técnica e uma articulação só, e é também o que recebe pacientes de Brasília, do Tocantins e do norte de Minas.
Minas Gerais: Dr. Gabriel Mendes Miura
O segundo nome do guia vem de Belo Horizonte. Formado pela Universidade Federal de Minas Gerais, com fellowship em joelho e medicina do esporte no FIFA Medical Centre of Excellence, no Porto, e passagem como médico do Cruzeiro Esporte Clube e da Seleção Brasileira entre 2014 e 2019. Atende na clínica Körpem, no Belvedere, em Belo Horizonte, com ligamento, menisco, osteotomia e prótese, por artroscopia e por robô.
Centro-Oeste
Distrito Federal: Dr. João Pedro Alves Ferreira
Ortopedista e traumatologista em Brasília, com atuação em cirurgia do joelho e reconstrução ligamentar e agenda que inclui teleconsulta para a primeira avaliação. Representa a capital federal fora dos grandes serviços, com tempo de consulta maior.
Mato Grosso: Dr. Luciano Lopes Castanha
Consultório no Jardim das Américas, em Cuiabá, com mais de 220 avaliações públicas. Prótese e operação do joelho, para o paciente do Pantanal e do norte do estado que hoje viaja para operar.
Mato Grosso do Sul: Dr. Leonardo Pozzobon
Ortopedista especialista em joelho em Campo Grande. É a referência sul-mato-grossense da lista, numa praça em que o paciente da fronteira costuma percorrer mil quilômetros até São Paulo.
Sudeste
São Paulo: Dr. César Janovsky
Graduado pela Universidade Federal de São Paulo, com residência em ortopedia, especialização em traumatologia do esporte e mestrado na mesma instituição, e especialização em joelho pela SBCJ. Membro da SBCJ, da SBOT, da ISAKOS e da American Academy of Orthopaedic Surgeons, dirige a Clínica Janovsky, na Vila Clementino.
Rio de Janeiro: Dr. Breno Chaves de Almeida Pigozzo
Cirurgião de joelho no Rio de Janeiro, com prática em ligamento e prótese. É o nome fluminense da lista fora do circuito da zona sul, para quem quer o subespecialista sem a fila dos grandes nomes.
Espírito Santo: Dr. José Eduardo Grandi Ribeiro Filho
Centro Ortopédico, na Rua Chafic Murad, em Vitória, com quase 500 avaliações públicas. Artroscopia, prótese de joelho e traumatologia esportiva, a referência capixaba da lista.
Sul
Paraná: Dr. Fabiano Kupczik
Ortopedista de joelho em Curitiba, com artroscopia, ligamento e prótese. Representa o estado numa subespecialidade em que a capital concentra os serviços de formação do Sul.
Santa Catarina: Dr. Darci Duarte Lopes Junior
Consultório em Florianópolis, com quase 290 avaliações públicas. Prótese, artroscopia e reconstrução ligamentar do joelho, com prática também em quadril, o que ajuda no paciente em que as duas articulações se desgastaram juntas.
Rio Grande do Sul: Dr. Leonardo Rocha Thomaz
Ortopedista e traumatologista em Porto Alegre, subespecialista em joelho, membro titular da SBOT e da SBCJ. Referência gaúcha para lesão esportiva, num estado em que o futebol amador enche os consultórios de cruzado rompido.
Nordeste
Bahia: Dr. David Sadigursky
Cirurgião de joelho em Salvador, com artroscopia, ligamento e prótese, numa capital em que a fila para artroplastia no sistema público é das mais longas do país.
Pernambuco: Dr. Luigi Paolo Mariz de Medeiros Araújo Freire
Cirurgião de joelho em Recife, com foco em ligamento, que recebe pacientes da Paraíba e de Alagoas na capital pernambucana.
Ceará: Dr. João Paulo Cortez
Subespecialização em joelho e traumatologia do esporte pela Universidade de São Paulo, mestrado em lesões esportivas e título de membro titular da SBOT e da SBCJ. Atende em Fortaleza, com agenda também em São Paulo.
Rio Grande do Norte: Dr. Lucas de Faria
Animar Clínica do Esporte, em Natal. Artroscopia, prótese e reconstrução ligamentar, com o perfil do especialista que atende o esportista amador do litoral potiguar.
Paraíba: Prof. Rafael Lara Freitas
Consultório no Jardim Oceania, em João Pessoa, com mais de 800 avaliações públicas, o maior volume do Nordeste na subespecialidade. Joelho e traumatologia esportiva.
Maranhão: Dr. Roberto Cesar Teixeira Bringel
Avenida dos Holandeses, no Calhau, em São Luís. Artroscopia e prótese de joelho, num estado em que os subespecialistas se concentram na capital.
Piauí: Dr. Danilo Leite
Rua Gardênia, em Teresina. Joelho e artroscopia, a referência piauiense da lista.
Alagoas: Dr. Sandoval de Arroxelas Nobre
Atende em Maceió, com consultório particular e passagem pela rede Quality, e mais de 170 avaliações públicas. Joelho para a capital e o litoral alagoano.
Sergipe: Dr. Ronald Bispo Barreto
Instituto Repara, em Aracaju, com mais de 220 avaliações públicas. Artroscopia, prótese de joelho e ondas de choque, a agenda mais procurada do menor estado do país.
Norte
Pará: Dr. Victor Joaquim Ramos
Hospital Porto Dias, na Avenida Almirante Barroso, em Belém. Artroscopia, prótese e reconstrução ligamentar, com a estrutura de um dos maiores hospitais privados do Norte em volta.
Amazonas: Dr. Bruno Bellaguarda
Ortopedista e traumatologista em Manaus, com cirurgia de menisco, artroscopia, infiltração e prótese de joelho. É o nome amazonense numa região em que a SBCJ mantém um único serviço credenciado.
Tocantins: Dr. Paulo Arthur Milhomem
Ortopedista e traumatologista em Palmas, especialista em lesões e operações do joelho. Representa a capital mais nova do país, onde a subespecialidade ainda é rara.
Rondônia: Dr. José Wilson Serbino Junior
Rua Marechal Deodoro, em Porto Velho, com quase 300 avaliações públicas. Prótese, artroscopia e traumatologia esportiva, a referência rondoniense da lista.
Acre: Dr. Denis Fukunari
Avenida Nações Unidas, em Rio Branco. Artroscopia, prótese e reconstrução ligamentar, num estado com poucos subespecialistas em qualquer articulação.
Amapá: Dr. Wesley Farias do Amaral
Avenida Procópio Rola, em Macapá. Prótese de joelho e de quadril, o perfil do cirurgião de articulação que, na capital cortada pela linha do Equador, atende as duas.
Roraima: Dr. Patrick Rabelo
Med Center, no bairro São Francisco, em Boa Vista, com mais de cem avaliações públicas. Artroscopia, infiltração articular e reconstrução ligamentar do joelho, no estado mais ao norte do país, onde a alternativa ainda é a viagem a Manaus.
O que muda de um estado para o outro
A técnica, não. A reconstrução do cruzado e a prótese seguem os mesmos princípios em Boa Vista e em São Paulo. O que muda é o acesso: em São Paulo, a dúvida é escolher entre dezenas de subespecialistas; em Roraima ou no Acre, é encontrar um. Por isso a régua deste guia é a mesma em todo lugar, mas o peso de cada nome é diferente, e a lista existe para que o paciente do Norte e do Centro-Oeste saiba quem existe em casa antes de comprar a passagem.
Dois pontos valem em qualquer praça. Ressonância de joelho mostra alteração de menisco em gente sem dor nenhuma a partir dos 40 anos, e a decisão de operar nasce do exame físico, não do laudo. E prótese ou ligamento operados sem fisioterapia bem feita produzem joelho operado e dolorido; o serviço que entrega o plano de reabilitação junto com a alta costuma ser o que acompanha até o fim.
Perguntas frequentes
Como saber se o médico é subespecialista em joelho?
Pelo registro de qualificação de especialista em ortopedia no site do conselho regional e pela lista de membros da SBCJ. Médico sem a segunda formação pode atender joelho, mas opera “também”, entre ombros e quadris, e é isso que a lista evita.
Vale viajar para outro estado para operar o joelho?
Para a primeira avaliação e a artroscopia simples, o especialista do próprio estado resolve. Para prótese navegada, reoperação e joelho com várias lesões, muitos pacientes viajam atrás de quem faz aquele tipo de caso toda semana, e Goiânia é um dos destinos do Centro-Oeste e do Norte.
Lesão de ligamento sempre precisa de cirurgia?
Não. Quem não pratica esporte de giro e não tem falseio pode tratar com fortalecimento. Quem joga, corre em terreno irregular ou tem menisco lesado junto costuma precisar da reconstrução, e quanto antes, menos cartilagem se perde.
Joelho que falseia, incha depois do esporte ou dói ao subir escada tem o mesmo endereço em qualquer estado: o consultório de quem fez a segunda formação e opera só joelho. Os 27 nomes acima são o ponto de partida mais perto de casa.