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Dia Internacional da Biodiversidade: monitoramento em larga escala impulsiona conservação em áreas privadas

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 22 de maio de 2026

Suzano e Instituto Ecofuturo monitoram 1,1 milhão de hectares há mais de três décadas, transformando dados em conservação real

SÃO PAULO, 22 de maio de 2026 /PRNewswire/ — Avaliações do Painel Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) apontam um cenário crítico: a biodiversidade global enfrenta um declínio acelerado e sem precedentes, com cerca de 1 milhão de espécies ameaçadas de extinção e aproximadamente 75% das áreas terrestres significativamente alteradas pela ação humana. No Brasil, país megadiverso, esse quadro se traduz em processos contínuos de degradação ambiental, como a fragmentação de habitats, a perda de conectividade ecológica e a redução da qualidade dos recursos hídricos, fatores que contribuem para o declínio de populações de fauna em diferentes biomas.

Esse é o cenário em que o Dia Internacional da Biodiversidade, celebrado em 22 de maio, reforça a urgência de ações integradas. A conservação vem se consolidando como uma agenda colaborativa, na qual o setor privado tem papel estratégico na gestão responsável de seus territórios e cadeias produtivas.

É nessa integração entre produção e natureza que a Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, atua. A companhia mantém um dos mais longevos programas privados de monitoramento de biodiversidade do Brasil, iniciado em 1989. Em 2026, o Instituto Ecofuturo, organização sem fins lucrativos fundada e mantida pela companhia, assumiu a liderança técnica e estratégica desse programa, ampliando o escopo e incorporando novas tecnologias.

Atualmente, o programa abrange mais de 1,1 milhão de hectares distribuídos em cinco estados (Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul e São Paulo) e três biomas (Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica). Nessas áreas, já foram registradas espécies ameaçadas e endêmicas como o mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus), o gato-do-mato (Leopardus guttulus) e o bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola), todas classificadas em categorias de vulnerabilidade à extinção associado, sobretudo, à perda e fragmentação de habitats pela IUCN (União Internacional de Conservação da Natureza).

O monitoramento também contempla primatas como Sapajus robustus, Alouatta guariba e Cebus kaapori, definidos como prioritários na métrica global STAR, (Species Threat Abatement and Restoration). Esse indicador da União Internacional para Conservação da Natureza quantifica o potencial de redução do risco de extinção a partir de ações de conservação e restauração, orientando a alocação eficiente de recursos e esforços em territórios estratégicos.

Para capturar essa realidade com rigor, o programa passou a integrar um conjunto de tecnologias complementares ao monitoramento tradicional de campo, ampliando significativamente a capacidade de detecção, cobertura espacial e eficiência analítica. Câmeras-trap permitem o registro contínuo de diferentes espécies sem interferência humana, reduzindo vieses de observação e aumentando a probabilidade de detecção. Gravadores acústicos capturam vocalizações de aves e herpetofauna sem que um especialista precise estar presente no campo, otimizando tempo e ampliando a cobertura geográfica. No ambiente aquático, o uso de eDNA (DNA ambiental) representa um avanço relevante, pois permite identificar espécies a partir de fragmentos de material genético presentes na água, viabilizando o mapeamento da fauna e a geração de indicadores de qualidade ambiental dos rios. De forma complementar, a análise de imagens de satélite permite o monitoramento contínuo da estrutura e da integridade da vegetação em mais de um milhão de hectares de áreas naturais protegidas – uma escala de acompanhamento inviável exclusivamente por meio de equipes em campo.

Confira aqui alguns registros de Câmeras Traps do Instituto Ecofuturo: https://www.youtube.com/watch?v=KZQuOLLtPIk&list=PLOFFN0FCBM5kAGhS7jkCGyw02iLPuiaC0&index=8

Em conjunto, essas ferramentas não substituem, mas potencializam o monitoramento de biodiversidade convencional, permitindo integrar diferentes fontes de dados (acústicos, genéticos e espaciais) em abordagens mais robustas de avaliação da biodiversidade. Esse arranjo tecnológico sustenta uma operação em larga escala, que envolve atualmente 366 parcelas de monitoramento operacional, 49 bacias hidrográficas com campanhas de campo este ano e 14 projetos simultâneos tocados por 12 parceiros especializados.

“Trinta e cinco anos de dados contínuos sobre fauna e flora é um alcance significativo no setor privado brasileiro, e os resultados alcançados até que aqui nos permite ir além para sermos capazes de responder perguntas sobre tendências, impactos e efetividade das ações de conservação”, diz Beatriz Tavora, gerente de sustentabilidade do Instituto Ecofuturo. “O que nós queremos, além de ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade em nossos territórios é, também, fortalecer a capacidade de avaliar e tornar as iniciativas de conservação cada vez mais assertivas e transformadoras”, completa.

No cenário global, certificações como Forest Stewardship Council (FSC), Programa para o Endosso da Certificação Florestal (PEFC) e o padrão técnico do Taskforce on Nature-related Financial Disclosures (TNFD) fazem do monitoramento de biodiversidade não apenas uma boa prática, mas uma exigência de mercado. E a Suzano vai além, ao incluir corredores ecológicos em seu escopo de monitoramento, uma iniciativa que conecta áreas nativas antes isoladas e abrange tanto territórios próprios quanto de terceiros. Somente em 2025, foram conectados 55.366 hectares de área nativa, acelerando o avanço rumo à meta pública assumida pela companhia de conectar 500 mil hectares até 2030, conforme mostra o Relatório de Sustentabilidade da companhia.

Essas iniciativas, que foram viabilizadas pela companhia, por mais de três décadas nas matas do interior do Brasil são, neste 22 de maio, um argumento vivo: apontam caminhos para integrar produção e geração de conhecimento qualificado sobre a biodiversidade, por meio de sistemas de monitoramento que permitem acompanhar sua distribuição e evolução ao longo do tempo.

Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br

Sobre o Instituto Ecofuturo
Organização sem fins lucrativos, fundada em 1999 e mantida pela Suzano, o Instituto Ecofuturo contribui para transformar a sociedade por meio da conservação ambiental e promoção do conhecimento. Conheça mais sobre o Ecofuturo em ecofuturo.org.br, e acompanhe em facebook.com/InstitutoEcofuturo, youtube.com/institutoecofuturo e instagram.com/ecofuturo.

Planin – Assessoria de Imprensa da Suzano
Beatriz Imenes, Eduarda Lopes e equipe – www.planin.com
Contatos: Ana Cássia Simões, Mariana Fridman e Joana Tchian
Tel.: (11) 2138-8940 – Cel.: (11) 99552-6730 – suzano@planin.com

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FONTE Ecofuturo

Tópicos Relacionados: Pesquisa, Enquetes e Estudos, Sem Fins Lucrativos, Questões Ambientais, Conservação/Reciclagem, Produtos e Serviços Ambientais

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