Coreia e falta de equilíbrio são os sintomas que mais impactam a vida de pacientes com Doença de Huntington, alerta pesquisa com o apoio da farmacêutica Teva Brasil
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 6 de maio de 2026
Levantamento nacional aponta que 37%1 dos participantes consideram os movimentos involuntários como o sinal mais relevante da doença
SÃO PAULO, 6 de maio de 2026 /PRNewswire/ — A Doença de Huntington (DH) é uma condição neurodegenerativa complexa cujos sintomas impõem desafios severos à independência dos pacientes. A pesquisa Mapeamento da Doença de Huntington no Brasil: Perfil das Pessoas com DH, Cuidadores e Familiares em Risco, lançada pela Associação Brasil Huntington (ABH), com apoio da Teva Brasil, identificou que entre os 1.437 participantes, 82% das pessoas com DH já apresentam sintomas1, enfrentando uma jornada que afeta desde o bem-estar emocional até as funções motoras mais básicas.
A Doença de Huntington (DH) é uma condição neurodegenerativa hereditária caracterizada por uma tríade de sintomas que evoluem progressivamente, afetando as capacidades motoras, cognitivas e comportamentais do indivíduo. Entre os impactos motores, destaca-se a coreia, que são movimentos involuntários, além do comprometimento do equilíbrio e da coordenação. No campo cognitivo e emocional, a doença causa dificuldades de memória, raciocínio e alterações como depressão e irritabilidade. Esses sintomas geram um impacto profundo na autonomia, dificultando tarefas cotidianas, a gestão das finanças e a vida social, o que torna a rede de apoio familiar e o acompanhamento médico fundamentais para o manejo da qualidade de vida.
Os participantes do estudo relatam de forma consistente os efeitos dos sintomas, com maior comprometimento no sistema motor:
- Sintomas Motores e Coreia: a coreia (movimentos involuntários) é apontada como o sintoma mais relevante por 37% dos participantes. Além dela, a falta de equilíbrio (22%) compromete atividades como o lazer e o trabalho. Cerca de 50% dos pacientes têm o cotidiano comprometido em tarefas simples, como pegar objetos, realizar multitarefas ou praticar atividades físicas.1
- Prejuízo Cognitivo e Social: mais de 70% dos entrevistados relatam forte impacto na memória, concentração e bem-estar emocional. Isso resulta em prejuízos nas relações familiares e amizades para 50% a 60% dos envolvidos.1
- Distúrbios do Sono: aproximadamente 40% dos pacientes sofrem com sono fragilizado, apresentando insônia ou dificuldade para adormecer.1
Segundo a pesquisa, a média de idade dos brasileiros com a doença é de 52 anos, embora a variação etária seja ampla, compreendendo indivíduos desde os 10 até os 86 anos. O levantamento aponta uma predominância feminina, com 59% de mulheres. No âmbito social e educacional, 50% dos pacientes são casados e 55% possuem até o ensino médio completo. Além disso, a rede de apoio familiar mostra-se fundamental, uma vez que 74% dessas pessoas residem com a família.1
“A ampliação do acesso a tratamentos especializados é um passo urgente para transformar a realidade de milhares de famílias brasileiras que convivem com a Doença de Huntington. Para esses pacientes ainda precisam ser desenvolvidas políticas públicas com base em necessidades reais de quem enfrenta a perda progressiva de sua autonomia motora e cognitiva. Garantir o suporte assistencial e médico adequados não é apenas uma questão de saúde, mas de dignidade e justiça para uma população que, historicamente, lida com o silêncio e o desconhecimento sobre sua condição”, afirma Roberto Rocha, Gerente Geral da Teva no Brasil.
Políticas Públicas
No contexto de acesso e cuidado, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) realizou a Consulta Pública nº 15/2026, em março deste ano para avaliar a inclusão no SUS de um tratamento para a coreia associada à Doença de Huntington, que obteve uma ampla participação da sociedade civil.
Não existem estatísticas oficiais sobre a DH no Brasil, mas estima-se que cerca de 13 mil a 19 mil pessoas tenham o gene da doença, e entre 65 mil e 95 mil apresentem risco de ter a enfermidade por serem descendentes de portadores, segundo a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde.2
Sobre a Teva
A Teva Pharmaceutical Industries Ltd. (NYSE e TASE: TEVA) vem desenvolvendo e produzindo medicamentos para melhorar a vida das pessoas há mais de um século. Somos líderes globais em medicamentos genéricos e especializados, com um portfólio composto por mais de 35.000 produtos em quase todas as áreas terapêuticas. Cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo utilizam um medicamento da Teva todos os dias, e são atendidas por uma das maiores e mais complexas cadeias de suprimentos do setor farmacêutico. Juntamente com nossa presença estabelecida em genéricos, temos pesquisas e operações inovadoras significativas que apoiam nosso crescente portfólio de produtos biofarmacêuticos e especializados.
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Sobre a Teva Brasil
No Brasil desde 2006, a Teva oferece um portfólio diversificado de tratamentos, com destaque para especialidades como sistema nervoso central, doenças raras, oncologia e hematologia. As pessoas estão no centro de tudo o que a empresa faz, com iniciativas voltadas ao cuidado humanizado de pacientes, além de ações contínuas de apoio e capacitação dos seus colaboradores.
Saiba mais em www.tevabrasil.com.br.
Referências
1 ABH – ASSOCIAÇÃO BRASIL HUNTINGTON.
Mapeamento da Doença de Huntington no Brasil: perfil das pessoas com DH, cuidadores e familiares em risco. São Paulo: ABH, 2025. 28 p. Disponível em: https://abh.org.br/mapeamento-da-doenca-de-huntington/. Acesso em: 30 abr. 2026.
2 BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. 27/9 – Dia Nacional da Doença de Huntington. Brasília: Ministério da Saúde, [2023?]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/27-9-dia-nacional-da-doenca-de-huntington/
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FONTE Teva Brasil

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