DAIKOKU: uma década construindo a ponte entre o Brasil e o trabalho no Japão
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 7 de julho de 2026
Mais de oito mil descendentes já fizeram a travessia com acompanhamento do primeiro contato no Brasil até a chegada no Japão. Veja como funciona
No fim dos anos 1980, descendentes de japoneses nascidos no Brasil começaram a fazer o caminho de volta à terra dos avós em busca de trabalho. Ficaram conhecidos como dekasseguis. Para muitos, o que era para ser uma temporada curta virou uma história de vida entre dois países. Há dez anos a DAIKOKU acompanha essa travessia, e já são mais de oito mil pessoas que partiram com a empresa do lado.
A proposta cabe em uma frase: ninguém deveria atravessar o mundo para trabalhar sozinho e no escuro. Por isso a DAIKOKU está presente antes, durante e depois do embarque, com equipe no Brasil e no Japão falando português em cada etapa.
Para quem é
As vagas são para descendentes de japoneses até a quarta geração e cônjuges, conforme a lei de imigração japonesa. A DAIKOKU organiza as oportunidades por perfil, porque a realidade de quem vai muda conforme a vida de cada um:
A equipe orienta cada candidato sobre a categoria de visto adequada e os documentos para comprovar a ascendência.
Mais de 200 vagas, em várias regiões
A DAIKOKU trabalha hoje com mais de duzentas vagas em setores como eletrônicos, autopeças, logística, alimentos e hotelaria. As oportunidades estão distribuídas pelo Japão, com foco nas regiões de maior presença brasileira, como Shizuoka, Shimane, Fukui, Chiba e Aichi. Ter muitas vagas não significa empurrar a mesma vaga para todo mundo. Quem busca rotina equilibrada, quem quer focar em horas extras para formar reserva rápido e quem prioriza ambiente e tecnologia recebem encaminhamentos diferentes.
A vaga de referência: Murata
Fundada em 1944, a Murata é uma das maiores fabricantes de componentes eletrônicos do mundo, e é a vaga em destaque da DAIKOKU. Para o candidato aprovado, o ponto de partida já resolve o que costuma travar quem quer ir: o salário bruto de referência chega a ¥400 mil por mês, com bônus de ¥60 mil a cada dois meses, e passagem aérea, visto e Koseki Tohon custeados pela contratante. Os valores podem variar conforme região, função e assiduidade.
O que está incluído:
Yonsei: a quarta geração também pode
A quarta geração, os bisnetos de japoneses, pode trabalhar no Japão pelo Programa Yonsei, e a DAIKOKU atua ativamente com esse perfil. O programa tem requisitos próprios. É voltado a pessoas de 18 a 35 anos e exige proficiência em japonês conforme a faixa etária, do nível básico ao intermediário. A DAIKOKU oferece um tutor de japonês para a etapa de elegibilidade na migração, antes da solicitação do visto no Brasil, e o tutor segue disponível depois, porque o idioma é avaliado a cada renovação de visto. No embarque inicial, o visto é individual.
Para o perfil Yonsei, a DAIKOKU trabalha com duas frentes principais: uma vaga na Murata, em Echizen, na província de Fukui, com embarque sem custo, e uma vaga em fábrica automotiva em Kanagawa, vizinha de Tóquio, com embarque financiado e descontado em folha após o início do trabalho. A primeira oferece a vida mais tranquila do interior japonês. A segunda oferece a vida metropolitana, com acesso fácil a Tóquio e Yokohama. As duas são registradas, com Shakai Hoken e suporte permanente da DAIKOKU. Os valores e condições de cada vaga são informados no contato com a equipe.
Do primeiro contato à chegada
A diferença de ir com a DAIKOKU está no acompanhamento. O candidato sabe se foi aprovado antes de qualquer trâmite de visto, o que evita gastar tempo e dinheiro com um processo que pode não se concretizar. O time está no Brasil e no Japão durante todo o percurso. Visto, Koseki Tohon e traduções juramentadas saem sem custo para a família toda, conforme a vaga.
Para casais, o Japão tem uma vantagem concreta: renda dupla com gastos compartilhados. A referência de renda combinada que a DAIKOKU trabalha é de cerca de ¥620 mil por mês antes das horas extras, com os dois na mesma cidade ou região, embarcando na mesma data, em moradia exclusiva do casal.
Para famílias com filho, o ponto que mais exige planejamento é a escola. A região mais indicada é Shizuoka, de maior concentração brasileira, com escolas que seguem o currículo do MEC e aulas em português, onde o ano letivo conta normalmente na volta ao Brasil. Há vagas de turno só de dia, pensadas para mães que precisam estar em casa quando o filho chega da escola. O Shakai Hoken cobre o trabalhador, o cônjuge e o filho.
Antes do embarque, a DAIKOKU faz com cada pessoa um planejamento financeiro, calculando junto o caminho até os objetivos. Depois da chegada, o suporte continua: banco, saúde, contratos e dúvidas do dia a dia, sempre em português.
Por que confiar
São dez anos de atuação e mais de oito mil pessoas que passaram pela DAIKOKU. As avaliações de quem foi falam de documentação resolvida com rapidez, de suporte presente e de transparência ao longo do processo. A empresa tem escritório na Avenida da Liberdade, em São Paulo, e certificações de ABAV, CADASTUR e Ministério do Turismo, além de parcerias com operadoras consolidadas para a logística da viagem.
A equipe não é um robô nem uma fila de espera de dias. Quem entra em contato fala com gente preparada, no Brasil e no Japão, pronta para orientar.
Entenda em vídeo
A DAIKOKU preparou um vídeo que responde, de forma direta, as dúvidas mais comuns de quem está pensando em ir: quem pode trabalhar no Japão, qual a melhor vaga para cada perfil, como funciona o Programa Yonsei e o que esperar para casais e famílias.
Para assistir, acesse o website oficial daikokurh.com.br .
Pensar na aposentadoria, antes e depois de embarcar
Dois grupos chegam à DAIKOKU com a mesma dúvida previdenciária: quem já trabalhou anos no Japão e se aproxima da aposentadoria, e quem está embarcando agora e quer começar essa etapa já pensando no futuro. O planejamento financeiro que a DAIKOKU faz com cada pessoa antes da viagem olha para os objetivos de longo prazo, e a aposentadoria é um deles.
Como aproveitar o tempo de contribuição feito no Japão é um tema previdenciário, que cabe a um advogado. Por isso a DAIKOKU orienta quem tem essa dúvida a buscar acompanhamento jurídico especializado, e tem como referência o trabalho do Dr. Fausto Marcassa Baldo, advogado previdenciário (OAB/SP 190.933), que atua nos casos do acordo de previdência entre Brasil e Japão.
Como começar
O cadastro leva trinta segundos e não tem custo. Serve para conhecer as vagas, entender qual perfil se aplica a você e tirar as primeiras dúvidas, com resposta no WhatsApp em horário comercial. As vagas são verificadas em empresas parceiras, e o cadastro não gera compromisso.
Se você é descendente e pensa em trabalhar no Japão, ou conhece alguém nessa situação, o primeiro passo é falar com a equipe da DAIKOKU.
Acesse o site da DAIKOKU e conheça as vagas disponíveis.
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