Varejo autônomo e phygital remodelam o consumo com experiências personalizadas preferidas por 80% dos consumidores
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 19 de maio de 2026
A era do “entrar, pegar e sair” redefine o varejo global, enquanto redes como a Minha Quitandinha investem em tecnologia para tornar a experiência de compra mais ágil e integrada
Estudos realizados pela Cadabra/McKinsey no final de 2025 revelam que 80% dos consumidores preferem comprar de marcas que ofereçam experiências personalizadas. A era do “entrar, pegar e sair” se tornou a nova linha de base do varejo global, e a união entre o físico e o digital deixou de ser uma tendência para se consolidar como uma base operacional essencial. Esse interesse também pode ser observado no comportamento do consumidor: de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), 70% das compras com cartão no Brasil são feitas por aproximação.
As empresas, por sua vez, estão se reinventando e passando a funcionar como verdadeiros sites, mesmo em lojas físicas, proporcionando experiências imersivas com inteligência artificial, aplicativos, comunidades com descontos, provadores interativos, self-checkouts e agilidade logística. O relatório CX Trends 2025, da Zendesk, revela que as empresas projetam que até 90% das demandas serão resolvidas sem intervenção humana nos próximos anos.
Diante desse cenário, até mesmo a compra de itens simples de mercado passa a ser buscada em formatos mais práticos. De acordo com Guilherme Mauri, sócio-fundador e CEO da Minha Quitandinha, startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercado autônomo, a aplicação do digital vai além da transformação do processo de venda, auxiliando também em variáveis do negócio, como tendências de consumo, sazonalidade e elasticidade de preço.
“A inteligência artificial tem desempenhado um papel fundamental ao otimizar a análise de dados, aumentar a precisão de estoque, diminuir falhas no processo de compra e venda, prever comportamentos de consumo e aprimorar mecanismos de segurança. Além disso, soluções baseadas em IA contribuem para a personalização da experiência do usuário, com conveniência 24h, integração de dados e histórico de compras”, destaca.
Os produtos e as marcas disputam agora não apenas a atenção física nas prateleiras, mas também a relevância em sistemas de compra cada vez mais automatizados. Para conseguir se adaptar à demanda, a rede, que possui mais de 800 unidades em 23 estados e no Distrito Federal, adotou práticas que agilizam a jornada do consumidor por meio de um sistema de compras de 19 segundos.
“Desde 2024, desenvolvemos o QPay, software próprio de pagamento disponível tanto para o shopper quanto para o varejista, que entrega rapidez absoluta ao finalizar a compra em 19 segundos, além de funcionar tanto em totem quanto em aplicativo. O varejo proativo, que antecipa o processo, é a peça-chave para a gestão de compras e para a eficiência operacional. Empresas que adotam esse modelo saem na frente, reduzindo custos e tomando decisões mais estratégicas”, completa o CEO.
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