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Startup Big  Cupom transforma  a lógica da geração de leads e se posiciona como novo modelo de dados confiáveis no marketing digital
Por Divulgação

Startup Big Cupom transforma a lógica da geração de leads e se posiciona como novo modelo de dados confiáveis no marketing digital

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 4 de maio de 2026

Startup criada pelo publicitário Rafael Oliveira, aposta em audiência própria, missões gamificadas e transparência para devolver às marcas o controle sobre onde e como suas campanhas aparecem

A equipe da startup brasileira Big Cupom enfrenta neste momento um desafio inusitado: entregar um celular novo a uma participante que cumpriu todas as etapas de uma das missões de sua plataforma. Mas a cada tentativa de contato a empresa é bloqueada, pois a consumidora acredita que se trata de um golpe. O episódio, que poderia ser apenas curioso, revela algo maior: o ambiente digital brasileiro vive uma crise profunda de confiança.

É exatamente nesse contexto que surge a Big Cupom, startup fundada pelo publicitário Rafael Oliveira, 42 anos, com a proposta de reorganizar a lógica da geração de leads no país. Em um mercado digital obcecado por volume, mas cada vez mais pressionado por transparência, qualidade de dados e segurança de marca, Rafael decidiu inverter a lógica que domina a geração de leads no Brasil. Depois de uma carreira consolidada como diretor de mídia em grandes agências, entre elas a McCann Erickson, ele propõe um modelo mais controlado, auditável e transparente de captura de dados.

Uma das principais dores de mercado que ele observou está na cadeia de geração de leads. Ao contratar empresas especializadas, muitas marcas perdem o controle sobre onde suas campanhas serão exibidas. Isso ocorre porque boa parte do mercado opera com redes de afiliados e subafiliados. Na prática, o projeto se pulveriza em múltiplos intermediários, o que pode levar a exposições indesejadas da marca ou até à criação de peças não autorizadas com promessas que o anunciante nunca aprovou. O foco passa a ser gerar leads a qualquer custo, mesmo que isso comprometa a reputação, a governança e a qualidade dos dados. Sem contar as bases infladas com cadastros fraudulentos.

Oliveira não “inventou a roda”, como ele próprio costuma dizer. Inspirou-se em modelos já consolidados de programas de fidelidade, como Livelo e Smiles, que trabalham com acúmulo de pontos e recompensas. A diferença central está na lógica de entrada: enquanto esses programas exigem consumo – geralmente via cartão de crédito – para gerar pontos, a Big Cupom permite que o usuário acumule benefícios participando de missões dentro da plataforma, sem necessidade de gasto financeiro.

O modelo funciona a partir de um ambiente próprio e controlado. A plataforma cria missões gamificadas em parceria com as marcas. O usuário escolhe participar, interage com a campanha, fornece seus dados de maneira consciente e contextualizada e, ao concluir o fluxo, recebe recompensas, produtos ou experiências. Essa dinâmica gera um duplo filtro de qualidade. Para receber o benefício, o usuário precisa existir de forma legítima, avançar nas etapas e retornar para concluir o processo. Não basta um clique ou um cadastro superficial. O resultado é um lead validado, com intenção comprovada e menor risco de fraude.

Hoje, a Big Cupom soma 16 milhões de usuários cadastrados e detém integralmente os dados dessa audiência. Em 2025, a empresa faturou R$ 12 milhões e projeta crescimento de 50% neste ano. O portfólio inclui marcas como Colgate, Santander Brasil e Claro.

Mais do que uma plataforma de cupons, a empresa se posiciona como um ecossistema de relacionamento estruturado sobre transparência e troca de valor. “A Big Cupom não é simplesmente uma plataforma de cupons. Nós construímos um ecossistema de relacionamento baseado em uma troca de valor clara e transparente. O usuário sabe exatamente por que está fornecendo seus dados e o que recebe em contrapartida. E a marca, por sua vez, tem total controle sobre onde sua marca está sendo exposta e com quem está falando”, afirma Rafael Oliveira.

Ao trazer para o centro do debate temas como brand safety, governança de mídia e validação de audiência, Rafael Oliveira coloca a Big Cupom como um novo capítulo na evolução do marketing digital brasileiro. Em vez de perseguir consumidores por toda a internet, a proposta é atrair usuários reais para um ambiente próprio, controlado e transparente. Em um cenário de desconfiança crescente sobre a qualidade das bases de dados, a disrupção proposta pela Big Cupom não está apenas na tecnologia, mas na arquitetura do modelo de negócio: menos volume a qualquer preço, mais intenção, controle e confiança.

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