Pai e filho apostam no turismo internacional e criam rede para facilitar a entrada de brasileiros no exterior
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 20 de maio de 2026
De olho nos grandes eventos esportivos pelo mundo, Legale chega para facilitar a retirada de vistos internacionais e planeja faturar R$ 2 milhões em 2026
Segundo dados da Global Market Statistics, o mercado de serviços relacionados a vistos internacionais deve alcançar US$ 13.944,47 milhões até 2033, impulsionado pelo aumento da mobilidade global. O dado reflete o crescente interesse dos brasileiros por experiências internacionais, cenário que inspirou Marco Lisboa, e seu filho Matheus, a criarem a Legale , rede de franquias especializada em assessoria para vistos. A marca chega com a meta de faturar R$2 milhões em 2026 e aproveitar o aumento da demanda impulsionada por grandes eventos esportivos, como o que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.
O espírito empreendedor de Marco, hoje com 52 anos, surgiu cedo: seu primeiro negócio foi uma videolocadora aos 18. Depois de transitar por diferentes setores de serviços, encontrou no turismo o propósito de ajudar pessoas a viverem experiências além das fronteiras. Essa visão inspirou o filho Matheus Lisboa, de 21 anos, que decidiu unir seu conhecimento jurídico à vontade de simplificar o caminho de quem sonha em viajar. Representante da geração Z e apaixonado por direito esportivo e migratório, enxergou na Legale a chance de transformar um desejo pessoal em propósito de vida. Mais de 40 países exigem diferentes tipos de visto e o objetivo da marca é ajudar brasileiros que querem tirar essa documentação para estudar, morar ou empreender fora.
A partir da sinergia entre a experiência do pai, que atua há 6 anos com turismo e a visão inovadora do filho, a marca foi consolidada para atuar tanto no B2B, quanto no B2C, com parcerias com agências de viagem e modelo de franquia que pode ser home office ou coworking, loja ou escritório, permitindo que o franqueado foque na captação de clientes e na consultoria, enquanto toda a parte burocrática é centralizada na franqueadora.
Com investimento inicial a partir de R$ 12 mil, a operação é enxuta e digital, com suporte jurídico e técnico fornecido pela matriz. Essa estrutura torna o modelo especialmente atrativo para advogados recém-formados, contadores e jovens da geração Z que buscam empreender com autonomia, mas sem precisar de uma operação complexa.
As primeiras unidades já estão em fase de implantação no Pará, Rio de Janeiro e São Paulo. Para 2026, a dupla planeja abrir uma Legale em cada estado do Brasil.
A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Markable Comunicação | Homework