Menopausa: mãe de Rafael Vitti, Valéria Alencar revela como recuperou a disposição aos 60 anos
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 29 de abril de 2026
Valéria Alencar Vitti, que é atriz, diretora e mãe do atores Rafael e Francisco Vitti, conta como aos 60 anos recuperou a disposição e amenizou os sintomas da menopausa com tratamento realizado pela Clínica Seven
A menopausa já impacta diretamente a saúde de milhões de brasileiras e se consolida como um desafio crescente no país. Hoje, cerca de 30 milhões de mulheres estão no climatério ou na menopausa, segundo dados divulgados em 2024 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 7,9% da população feminina e ajuda a dimensionar uma fase marcada por queixas recorrentes como ganho de peso, perda de massa muscular, alterações no sono e a sensação de metabolismo mais lento.
Para muitas mulheres, o impacto vai além do desconforto físico, é também emocional. A percepção de que o corpo já não responde da mesma forma pode trazer frustração, insegurança e até uma sensação silenciosa de perda de identidade.
De acordo com Bárbara Assalin, líder técnica de nutrição da Clínica Seven, referência em nutrição e ciência do metabolismo, as mudanças hormonais estão no centro desse processo. “A queda do estrogênio altera diretamente o funcionamento metabólico. O organismo passa a gastar menos energia, perde massa magra e tende a acumular gordura, especialmente na região abdominal”, explica.
A atriz e diretora Valéria Alencar Vitti, 60 anos, viveu essa transição de forma intensa. Moradora do Rio de Janeiro e mãe dos atores Rafael e Francisco Vitti, ela decidiu buscar ajuda após perceber que algo não estava bem. “Eu estava cansada, com o sono completamente desregulado e muito compulsiva por doce. Fazia exames e via que estava no limite de várias taxas. Comecei a ter medo de adoecer”, relata.
Segundo ela, o ponto mais delicado não foi apenas o ganho de peso, mas a sensação de que seu corpo havia mudado de regra. “Cheguei a pensar que meu corpo não responderia mais como antes. Existe um discurso silencioso de que, depois dos 50, é assim mesmo. Eu quase aceitei isso”, afirma a atriz.
Saúde metabólica como prioridade na maturidade
Ao iniciar acompanhamento na Clínica Seven, Valéria passou por uma avaliação metabólica personalizada, que analisou composição corporal, rotina, histórico clínico e padrões alimentares. A estratégia incluiu reorganização alimentar, ajustes de suplementação e foco na preservação de massa muscular, fator crucial nessa fase da vida.
Em menos de dois meses, eliminou 8 quilos, preservou massa magra e observou melhora significativa no sono e na disposição. “Não foi sobre passar fome ou viver de restrição. Foi sobre entender meu corpo nessa nova fase. Eu precisava de orientação e acompanhamento próximo. Me senti acolhida, segura e, principalmente, capaz de mudar”, comenta Valéria.
Além da transformação física, houve impacto direto na vida profissional. Atriz, diretora e professora, Valéria afirma que a energia recuperada mudou sua rotina de trabalho. “Como vou dirigir atores, dar aula ou criar projetos sem disposição? Hoje me sinto mais presente e ativa. Isso não tem preço”.
Os relatos encontram respaldo em evidências científicas. Estudo publicado em 2023 na revista Menopause – The Journal of The Menopause Society aponta que mais de um terço das brasileiras após a menopausa sofre com ondas de calor moderadas ou graves. Sintomas como dores articulares, alterações de humor, dificuldade de concentração, distúrbios do sono e mudanças na composição corporal são frequentes e impactam diretamente a qualidade de vida e o risco metabólico.
Menopausa exige nova abordagem de saúde
Diante desse cenário, especialistas da Clínica Seven defendem que a estratégia vai além da balança. A abordagem inclui avaliação metabólica aprofundada, que pode envolver testes genéticos para identificar predisposições e respostas individuais aos nutrientes, e a definição de um plano alimentar e de suplementação ajustado à rotina e aos objetivos de cada paciente.
“No climatério, o objetivo não deve ser apenas emagrecer, mas reorganizar o metabolismo e preservar a massa muscular, que é determinante para manter autonomia, energia e saúde a longo prazo”, destaca Bárbara, especialista da clínica.
Para Valéria, a mudança foi também simbólica. “Eu me sinto imparável. Tenho mais disposição para trabalhar, caminhar, criar. Aos 60 anos, percebi que não é a idade que limita, são os hábitos e a falta de informação”.
Com o aumento da expectativa de vida, especialistas alertam que milhões de brasileiras ainda viverão décadas após a menopausa. Adaptar estratégias de cuidado ao novo funcionamento do corpo deixou de ser uma questão estética e passou a ser uma decisão estratégica de saúde, física, emocional e metabólica.
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