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Homens passam a olhar para a longevidade e impulsionam novo cenário no setor de bem-estar
Por Divulgação

Homens passam a olhar para a longevidade e impulsionam novo cenário no setor de bem-estar

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 9 de abril de 2026

Novos hábitos passam a influenciar o consumo e movimentam o setor de bem-estar

O aumento da expectativa de vida no Brasil tem ampliado o debate sobre longevidade, mas, entre os homens, esse panorama ainda expõe um desafio estrutural. Eles continuam vivendo menos do que as mulheres, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2024, as mulheres vivem, em média, 79,9 anos, enquanto os homens chegam a 73,3 anos, uma diferença de cerca de 6,6 anos, reflexo de um histórico de menor atenção à saúde ao longo da vida masculina. Essa realidade começa a se transformar à medida que novas gerações passam a olhar para a saúde de forma contínua. O cuidado deixa de ser pontual e passa a integrar o cotidiano, refletindo uma relação mais consciente com o próprio corpo, bem-estar e envelhecimento.

Na prática, essa evolução já impacta o mercado. Dados da Homenz, rede especializada em saúde e estética masculina, mostram que, em 2025, mais de 34 mil pacientes foram atendidos, incluindo mais de 17 mil procedimentos capilares, mais de 4 mil faciais e mais de 3 mil corporais. No mesmo período, a rede registrou faturamento de R$ 160 milhões, refletindo a consolidação desse novo perfil de consumo e o avanço do segmento de bem-estar masculino no Brasil. Fundada em 2019, a empresa soma atualmente 71 unidades em operação e outras 50 em implantação, acompanhando a expansão desse mercado.

O avanço está no perfil, não apenas na oferta

O crescimento do mercado não está apenas na ampliação de serviços, mas na evolução da mentalidade. O homem passa a olhar para a saúde de forma contínua, e não apenas reativa, o que reposiciona o cuidado como parte de uma jornada de bem-estar ao longo da vida. Para Luiz Fernando Carvalho, fundador e CEO da Homenz, essa transformação está diretamente ligada à forma como os homens passam a encarar a própria saúde. “Ainda existe uma diferença importante na expectativa de vida entre homens e mulheres, e isso está diretamente ligada ao comportamento. O cuidado preventivo ainda não faz parte da rotina de muitos homens, mas esse cenário está mudando. Hoje, vemos um público mais atento à saúde e à qualidade de vida”, afirma.

Empresas especializadas passam a atuar não apenas com foco estético, mas como porta de entrada para hábitos mais consistentes. A Homenz, por exemplo, estrutura sua atuação combinando tratamentos capilares, faciais e corporais com acompanhamento contínuo, incentivando o paciente a incorporar esse cuidado no dia a dia, e não como uma ação pontual. “Nosso objetivo é ampliar o acesso ao cuidado contínuo, mostrando que o bem-estar não deve ser tratado como algo eventual, mas como parte da rotina”, completa o executivo.

Nova dinâmica do bem-estar reconfigura o mercado

O impacto ultrapassa o comportamento individual e começa a reorganizar a forma como o setor se estrutura. O bem-estar passa por um momento de transformação, impulsionado por uma rotina cada vez mais exposta e compartilhada nas redes sociais, onde hábitos ligados à qualidade de vida ganham visibilidade e influência. Práticas antes pontuais, como cuidados com a aparência, treinos ou alimentação, passam a ocupar espaço fixo no dia a dia. Mais do que uma tendência, o bem-estar se consolida como parte do estilo de vida, influenciando diretamente a forma como o consumo é construído.

O movimento também se reflete nos números: a indústria da longevidade movimenta mais de US$ 25 trilhões por ano, segundo o Bank of America (2023), enquanto a chamada silver economy (economia prateada) deve atingir US$ 33 trilhões até 2030. “Quem entende essa mudança antes consegue se posicionar melhor e sair na frente em um mercado cada vez mais orientado por hábitos e recorrência”, conclui Luiz Fernando.

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