Seguro viagem para idosos exige atenção na contratação
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 23 de outubro de 2026
Os brasileiros com 60 anos ou mais ocupam espaço cada vez maior no turismo nacional e internacional. Segundo levantamento do Ministério do Turismo, publicado em 2022 e noticiado pelo Jornal da USP, esse público já representa cerca de 15% dos turistas domésticos e 10% dos internacionais.
Diante do crescimento das viagens em família e da maior presença da terceira idade nos destinos, a contratação do seguro viagem passa a exigir atenção redobrada desse perfil de viajante, avalia a Vital Card, empresa especializada em seguro viagem.
O movimento acompanha uma transformação demográfica. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a população com 60 anos ou mais passou de 22 milhões para 34,1 milhões de pessoas entre 2012 e 2024, alta de 53,3% no período. Com a expectativa de vida em alta, a tendência é que o segmento continue em expansão, ampliando também a demanda por proteção adequada durante as viagens.
De acordo com a Vital Card, o viajante idoso deve avaliar, antes de tudo, o valor da cobertura médica, os limites de idade do plano, se o seguro possui cobertura para doenças preexistentes e se a DMH desse item é independente, ou seja, se os itens são separados. A empresa acrescenta também que é importante verificar se o destino escolhido exige seguro viagem e se possui custos médicos elevados, fator que influencia diretamente o valor da cobertura recomendada.
A cobertura médica costuma ser a principal preocupação desse público, segundo a empresa. Entre os itens que merecem análise mais cuidadosa estão o limite para despesas médicas e hospitalares, a cobertura para internação, exames emergenciais e medicamentos, além de traslado médico, regresso sanitário e atendimento relacionado a condições preexistentes.
Limites de idade e equilíbrio entre preço e cobertura
Outro ponto de atenção envolve as regras etárias. Cada seguradora pode adotar critérios diferentes para a idade máxima de contratação, explica a Vital Card. Por isso, a orientação é conferir se o plano aceita a idade do viajante e se há restrições específicas para a contratação.
No que diz respeito ao preço, frequentemente um dos principais fatores de decisão, a recomendação da empresa é não escolher apenas pelo menor valor. Para esse público, uma cobertura médica mais alta pode evitar gastos muito maiores em caso de emergência no exterior ou no Brasil. O mais importante é sempre verificar se a assistência médica e a cobertura de repatriação sanitária são independentes do item de DMH.
A necessidade de medicamentos durante a viagem também merece planejamento. A recomendação da Vital Card é que o viajante leve consigo as receitas médicas e as informações sobre os medicamentos de uso contínuo. Esses medicamentos não são cobertos pelo seguro viagem, mas, em casos de doença preexistente e sua agudização durante a viagem, o segurado pode contar com atendimento de assistência, conforme as condições do plano contratado.
Outro diferencial é o atendimento em português pela central de assistência da Vital Card, que facilita a comunicação e a orientação do viajante em situações de emergência, especialmente em destinos internacionais.
Para os próximos anos, a expectativa da empresa é de crescimento na procura por seguros voltados ao público sênior, impulsionada pela maior participação da terceira idade no turismo. Nesse cenário, o mercado deve se preparar com produtos mais claros, atendimento humanizado, suporte em português e coberturas adequadas a esse perfil de viajante, avalia a empresa.
Para mais informações, basta acessar: https://www.vitalcard.com.br/blog/seguro-viagem-para-idosos
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Foto: Imagem do Magnific/pressfoto
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