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Lojas de rua voltam ao radar das franquias impulsionadas pelo geomarketing
Por Divulgação Ecoville

Lojas de rua voltam ao radar das franquias impulsionadas pelo geomarketing

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 5 de agosto de 2026

Tecnologia cruza dados de consumo, mobilidade, concorrência e perfil da população para orientar a abertura de novas unidades.

O franchising brasileiro segue em ritmo de expansão. No primeiro trimestre de 2026, o setor faturou R$ 72,7 bilhões, alta de 10,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Para sustentar esse crescimento, as redes vêm aperfeiçoando a forma de escolher onde abrir novas unidades. Mais do que considerar a disponibilidade de um imóvel ou a percepção do empreendedor, a decisão tem sido orientada pelo geomarketing, ferramenta que utiliza inteligência de dados para reduzir riscos, aumentar a precisão das escolhas e direcionar a expansão para regiões com maior potencial de mercado.

A tecnologia cruza informações como densidade populacional, perfil socioeconômico, poder de compra, comportamento de consumo, mobilidade urbana, concorrência e desenvolvimento das cidades para identificar regiões com maior potencial de mercado. Com resultado, as lojas de rua voltam a ganhar protagonismo, impulsionadas por decisões baseadas em inteligência de mercado.

Um exemplo desse movimento é a Ecoville, maior rede especialista em produtos de limpeza do país, o geomarketing faz parte do processo de expansão da marca. Antes da abertura de uma nova unidade, a empresa avalia diversos indicadores para definir o ponto comercial com maior potencial de mercado. “Mais do que encontrar um imóvel disponível, buscamos entender o potencial de cada região. A análise de dados nos permite tomar decisões mais seguras, reduzir riscos e direcionar a expansão para locais com maior capacidade de gerar resultados”, afirma Cristiano Corrêa, CEO da Ecoville.

Segundo o executivo, a ferramenta contribuiu para consolidar a presença da marca na região Sul e, posteriormente, direcionou o crescimento para nível nacional.

“Quando adotamos o geomarketing, passamos a enxergar oportunidades que dificilmente seriam identificadas em análises convencionais. Crescer deixou de significar apenas abrir novas lojas e passou a significar abrir nos lugares certos”, destaca.

“Expandir de forma sustentável exige planejamento.”O geomarketing nos dá mais segurança para investir, reduz os riscos para o franqueado e fortalece nossa estratégia de expansão. Foi essa inteligência que nos permitiu crescer de forma planejada e construir uma rede com mais de 300 unidades distribuídas por todo o Brasil”, conclui o CEO da Ecoville.

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