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Líder em eventos B2B, Informa celebra 30 anos no Brasil e promete muita inovação para os próximos anos
Por Divulgação

Líder em eventos B2B, Informa celebra 30 anos no Brasil e promete muita inovação para os próximos anos

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 17 de junho de 2026

Empresa duplicou de tamanho desde 2019 e inova ao oferecer serviços integrados como complemento à realização de eventos

Esse mês, a Informa comemora 30 anos de Brasil como líder absoluta no mercado de feiras e eventos de negócios, conectando setores estratégicos da economia e acompanhando a transformação do mercado B2B brasileiro.

A operação brasileira da Informa teve início em 1996, ainda sob a marca IBC, origem da atual Informa, grupo inglês listado na bolsa e com presença em mais de 30 países.

De lá para cá, a companhia expandiu sua presença por meio de aquisições estratégicas e do desenvolvimento de novos eventos, formando um portfólio com algumas das principais feiras de negócios do país em segmentos como saúde, agronegócio, alimentação, infraestrutura, hospitalidade, indústria e tecnologia.

Hoje, a empresa reúne 25 títulos, movimenta aproximadamente 1 milhão de profissionais qualificados por ano e reúne 7 mil expositores em seus eventos. Nos últimos anos, a operação brasileira tornou-se uma das mais estratégicas da Informa globalmente. Segundo Marco Basso, CEO da Informa Latam, que lidera a empresa desde o início, desde o início das operações no brasil, o crescimento acelerado da companhia após a pandemia reforçou o papel estratégico dos eventos presenciais para a economia e para a geração de negócios.

“Hoje somos duas vezes maiores do que éramos em 2019. O mercado mostrou que o digital ganhou relevância, mas não substituiu a conexão humana. As pessoas voltaram aos eventos com ainda mais intensidade porque perceberam o valor do encontro presencial para construir confiança, aprofundar relações e acelerar negócios”, afirma Marco.

Segundo o executivo, o crescimento foi impulsionado principalmente pelos eventos líderes de mercado, que é exatamente os que compõem o portfolio da empresa. “O pós-pandemia beneficiou especialmente os eventos premium, os líderes dos seus segmentos. As empresas hoje escolhem muito melhor onde investem seu tempo presencial. Os eventos mais relevantes explodiram em visitação, geração de negócios e demanda dos expositores.”

A expansão da companhia no Brasil foi construída ao longo de uma série de aquisições realizadas principalmente entre 2010 e 2018. Nesse período, a Informa incorporou operações e marcas também desenvolveu parcerias solidas que permitiram a empresa operar/entregar Agrishow, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, além de lançar eventos próprios que se consolidaram entre os líderes de seus setores.

Mesmo após esse ciclo de crescimento, a empresa afirma que ainda existe espaço para expansão no país e na América Latina. “Existe oportunidade para crescer no Brasil, tanto organicamente quanto por expansão de portfólio. São Paulo continua sendo o principal hub de negócios da América Latina, mas seguimos avaliando novas oportunidades e possibilidades de expansão regional”, diz Basso.

A empresa também destaca o impacto econômico gerado pelos eventos de negócios. Segundo dados do Barômetro Eventos B2B UBRAFE/SPTuris, São Paulo realizou 1.511 eventos de grande porte em 2025, alta de 22% em relação ao ano anterior, movimentando aproximadamente R$ 14 bilhões na cadeia de hospitalidade da cidade.

As feiras de negócios responderam por cerca de 75% do público total desses eventos, consolidando-se como principal formato presencial do setor. Além da movimentação dentro dos pavilhões, a Informa ressalta o impacto indireto gerado em hotéis, restaurantes, transporte, turismo e serviços. “A feira é uma locomotiva econômica. O impacto não acontece apenas dentro do evento, mas em toda a cadeia ao redor dele”, afirma o executivo.

Transformação do modelo de eventos

Ao longo das últimas décadas, a companhia conduziu a evolução do próprio conceito de feiras de negócios. O que antes era centrado exclusivamente na exposição de produtos transformou-se em plataformas permanentes de relacionamento, conteúdo, inteligência de mercado e geração de negócios.

“A plataforma física continuará extremamente robusta, mas o setor passa por uma transformação. O digital deixa de ser concorrente e passa a potencializar os eventos presenciais, ampliando conexões, dados, conteúdo e oportunidades antes, durante e depois da feira”, afirma Basso.

Segundo ele, inteligência artificial, análise de dados e plataformas digitais devem tornar os eventos mais inteligentes, personalizados e eficientes. “As conexões geradas pela feira podem ser ampliadas digitalmente. Os conteúdos ganham vida útil maior, os dados ajudam a gerar negócios mais qualificados e a experiência do cliente se torna mais produtiva.”

A empresa inova ao ampliar sua oferta de serviços integrados para expositores e visitantes, incluindo soluções de hospedagem, viagens, concierge, conteúdo, gestão digital de leads e ferramentas para ampliar a conversão comercial dos contatos gerados durante os eventos. “Nosso objetivo é melhorar toda a jornada do cliente. O expositor não quer apenas comprar um espaço físico. Ele busca produtividade, conveniência, geração de resultado e apoio para maximizar o retorno sobre o investimento.”, analisa o presidente da Informa.

Sustentabilidade e transformação da indústria

Outro eixo estratégico da companhia é a sustentabilidade. Segundo Basso, a indústria de eventos passou por uma transformação significativa nos últimos anos, reduzindo estruturas altamente descartáveis e acelerando o uso de materiais reutilizáveis, modulares e recicláveis. “As feiras do passado eram construções monumentais. Hoje, o mercado evoluiu para modelos mais inteligentes, sustentáveis e eficientes. Existe uma mudança cultural importante acontecendo em toda a cadeia.”

De acordo com o executivo, a Informa teve papel relevante nesse processo ao incentivar fornecedores, montadoras e expositores a adotarem práticas mais sustentáveis. “Como líder do setor, temos responsabilidade de influenciar o ecossistema inteiro. A sustentabilidade deixou de ser tendência e passou a fazer parte da lógica da indústria.”, diz o presidente.

Para a companhia, o futuro dos eventos será cada vez mais híbrido, orientado por dados e integrado a plataformas digitais, mas continuará tendo a experiência humana como elemento central. “O digital é extremamente eficiente, mas ele também fragmenta a atenção. No presencial existe profundidade, troca, tempo e construção de confiança. Existe uma energia no encontro real que nenhuma tecnologia substitui”, conclui Marco Basso.

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